Reino unido insiste na destruição

Reino unido insiste na destruição

A Inglaterra decidiu voltar a destruir ainda mais o país. Depois de 2 confinamentos que não tiveram qualquer efeito, vão para o terceiro. Depois de destruir a educação de uma geração, agora vão garantir o esmagar da saúde mental infantil que ainda restava. Um crime contra a Humanidade, orquestrado por psicopatas tenebrosos.

Começou com a “mutação” que circula desde Setembro em vários paises e que por magia foi “descoberta” no UK em Dezembro, mesmo a tempo do brexit. Uma nova mutação “70% mais infecciosa” que ninguém tinha dados nenhuns para provar tal. Uma mutação entre 3500 já conhecidas. Mas como era o Neil Fergunson do imperial a dizer tal mentira, era verdade. Afinal tinha sido ele que nas ultimas décadas prometeu muitas mortes de todas as doenças, milhões da gripe A, da febre aftosa, das vacas loucas. Se ele mentiu durante décadas  ninguém poderia agora questionar…… Nunca ninguém questionaria um personagem que de dia clama confinamento e à noite chama a amante para ir a casa dele.

Depois a mutação estava a espalhar-se muito. Ninguém viu nada nem apresentou dados nenhuns. Ninguém questionou os dados PCR não corresponderem a mortes muito menos respondeu às dúvidas de corrupção com Drosten et al o proponente do protocolo PCR para SARS cov 2.  https://cormandrostenreview.com/report/

Agora foi o ….. imperial college… que publicou uma pérola de mentiras e manipulação sobre a nova mutação ser perigosa em crianças. Pronto, ficam os interesses todos alinhados e as crianças, essas que se lixem com F grande. Foram os professores para casa nas férias de Natal, agora faze-los sair da toca para trabalhar é ímpossivel, preferem o bom e docinho em casa, que educar afinal não é coisa para eles, a profissão é fantástica mas os pais que o façam.

O que é esse estudo? https://www.imperial.ac.uk/media/imperial-college/medicine/mrc-gida/2020-12-31-COVID19-Report-42-Preprint-VOC.pdf

Bem, uma vez mais um artigo não revisto por pares do imperial. Sim, já conhecemos bem esta forma de actuar do dito. Com autor lider ninguém mais que Neil Fergunson.

O cerne do artigo é este gráfico

Reino unido insiste na destruição

Distribuição da nova mutação (amarelo) versus outras ( verde).

Primeiro, todos estes dados são baseados em testes PCR, que esta horda de criminosos insiste em tratar como verdade absoluta. Dados baseados NUM ALVO (gene S) de teste PCR!!!!! Não são dados de sequenciação, não são dados de clinica, não são nada mais que um alvo PCR. Se o teste PCR com 3 alvos é lixo, se o japão usa 12, pois o imperial justificou a destruição com testes de ausência um alvo PCR! Se considerar alguém infectado com um teste que encontra 3 alvos é uma aberração, agora temos a nova “mutação” muito perigosa baseada na AUSÊNCIA de um alvo! O absurdo a tomar conta do mundo.

Depois as barras pretas/linhas pretas no topo de cada barra amarela e verde, é o intervalo de confiança dos cálculos, margem de erro de cada barra, essencialmente. Pois os autores dizem que há muito mais mutação nas crianças! Só que os filhos de uma galdéria não sabem sequer o que são intervalos de confiança (ou fazem de conta que não sabem). Não reparam que na esmagadora maioria das barras os intervalos de confiança se sobrepõe e nos 10-19 os intervalos de confiança se tocam, logo não há diferença estatistica relevante entre mutação e não mutação. Significa que mesmo que o teste PCR servisse para limpar o rabo, os dados não indicam coisa nenhuma.

Depois o gráfico é uma extrapolação não corrigida. Os métodos de cálculo tem várias falhas metodológicas. Usam uma vez mais modelos computacionais sem qualquer prova de eficácia para estimar parámetros essenciais, tal como fizeram com modelos computacionais a previsão de 2 milhões de mortos.

Claro, este “estudo” que não passa de um monte de bosta criminosa, chegou à mão dos sindicatos de professores, foi apresentado nos mui nobres comités de aconselhamento governamental e tornou-se “a verdade”. Tornou-se fundamental parar a nova “mutação”, porque milhões  de pessoas já tiveram demasiada liberdade no Natal e ano novo, não podem ficar mal habituadas.

Milhões de estudantes universitários pagaram pelo segundo ano consecutivo propinas de 10 000 libras ou mais para receberem um “curso” online. A maioria das universidade acabam de assinar a sentença de morte. Todos os futuros alunos vão pensar 3 vezes antes de pagar e preferir pagar menos por um curso online de uma universidade de renome mundial em vez de pequenas instituições.

Conhecia as manipulações estatisticas que há décadas infestam, por exemplo, os anti depressivos e a manipulação dos estudos de eficácia. Conhecia os pseudo estudos que justificam anti-oxidantes, vitaminas C, D, E e mais algumas, conhecia estudos de manipulação em muitos pequenos aspectos de epidemiologia. Nunca nos meus pesadelos pude imaginar que fossem manipulados ao ponto de destruir sociedades de fio a pavio. Estamos perante as mais abjectas manipulações de dados a uma escala sem precedentes com consequências dramáticas ao longo de décadas.

Podem ter a certeza que “em breve” a mutação, que já foi “encontrada” na Madeira, ficará fora de controlo e entrará no resto do país. Podem ter a certeza que exactamente a mesma narrativa e manipulação será usada para fechar as escolas todas em Portugal e no resto da Europa. O fim da escola pública, depois do fim da saúde pública. Não voltarão a abrir este ano, e no próximo outono será então trivial não as abrir de todo. Ficarão milhares de “professores”, pagos para educar, alegremente transformados em influencers de youtube a fazer de conta que ensinam. Ficará uma geração confinada social, mental, e pedagogicamente. Meros robots barata caseira incapazes de enfrentar o mais remoto perigo. Até que um dia querem sair e conhecer, e aí correrão riscos para os quais nunca foram treinados e morrerão de acidentes e descuidos, obrigando ainda mais medidas de confinamento.

 

 

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