A OMS/WHO a alertar para falsos positivos e baixo valor preditivo positivo

A OMS/WHO a alertar para falsos positivos e baixo valor preditivo positivo

A OMS/WHO emitiu um boletim a alertar directamente e explicitamente para os efeitos da prevalência baixa e do número de ciclos na fiabilidade dos testes. Já não podem manter o silêncio.
Já falam em valor preditivo positivo, em ser necessário muito cuidado. Em breve começarão a mecionar as percentagens de falsos positivos acima de 50, em 90% na esmagadora maioria dos casos.

Será que é desta que os Mexias e Cerqueiras deste mundo vão abdicar de demonstrar a sua ignorância de estatistica de testes em público e se remetem ao silêncio em vez da voz manchada de sangue?
Será que os médicos e responsáveis negacionistas que populam o sistema de saúde vão recomendar e aceitar pedidos de contra-prova?
Será que vamos parar com esta pantomina de péssima qualidade?
Ou será que agora a OMS já não tem credibilidade para todos estes incapazes de entender estatistica de testes?

Essencialmente a OMS alerta para o teorema de Bayes. Quando há muito poucos infectado, quando a prevalência é muito baixa, a probabilidade de um teste positivo ser real, ser alguém realmente infectada é baixissima. Se a prevalência for muito baixa, a própria margem de erro do teste torna-se dominante e os “casos” que “encontramos” não são por causa da infeção, mas são por erro de teste. Com testagem em larga escala, em rastreio, em baixa prevalência é muito mais provável encontrar um falso positivo que um verdadeiro infectado. A margem de erro dos testes PCR é pelo menos 3% – nem isso conhecemos, um obscurantismo total – e a prevalência na esmagadora maioria dos locais está muito abaixo de 1%, pelo que é muito mais provável que um “caso” seja um erro que um infectado.
Adicionalmente, os protocolos de testagem, os passos dos teste, por razões muito obscuras de interesses comerciais, ditam um elevadissimo número de ciclos de testagem, que leva a amplificações e deteção de material genético que é apenas lixo, que não representa qualquer risco de infeção ou doença.
Ambos combinados, são arrasadores de toda a credibilidade da “pandemia” e da gravidade desta doença e das medidas tomadas para a conter. Agora é a própria OMS lentamente a admitir o que sabemos há séculos: teorema de Bayes.

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Link: https://www.who.int/news/item/14-12-2020-who-information-notice-for-ivd-users

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