Requiem pelo jornalixo

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Depois de terem mostrado orgulho em condicionar a população para o suicídio colectivo em março, o director do público vem agora afirmar que se transformaram num pasquim político.

Agora sabemos a quem venderam o resto da credibilidade. Agora sabemos que objectividade não faz parte do léxico jornalixo, foi substituída pelo orgulho de servilismo político.

Nem órgãos oficiais de partido fazem tais afirmações de servilismo.

Paz à sua existência.

“Resta uma só solução: levar o confinamento muito a sério. … Relativizar o perigo é exponenciá-lo. Virar-lhe as costas, por fadiga ou impaciência, por descrença nos políticos ou por dúvidas sobre as prescrições dos especialistas, é fugir à responsabilidade. Ficar em casa é mais do que uma opção individual, é um acto político, … um gesto de resistência em favor do bem comum. Num momento dramático como este, é dever do Público alertar para a calamidade que vivemos e apelar a esse esforço colectivo indispensável para a vencer.”

Manuel Carvalho.

 

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