Obviamente os especialistas não embarcam na “mutação 70% mais infeciosa”

Carl Heneghan, Professor de “Evidence Based Medicine” na Universidade Oxford obviamente questiona as afirmações catastrofistas do jornalixo e dos politicolixos que nos ditam. Obviamente a sua experiencia grita que tais afirmações não tem fundamento e que é preciso prova sólida para tomar medidas em tais pressupostos. Afirmar que é “70% mais infeciosa” com base em afirmações não revistas por pares e apenas propagandeadas por jornalixo e politcolixo é suicidio. Como foi suicidio em Março acreditar em fins do mundo e medidas salvadoras sem qualquer prova.

Can anyone point me to the evidence that this new variant is “70% more transmissible than the old variant?”

I’ve been doing this job for 25 years and I can tell you can’t establish a quantifiable number in such a short time frame.

Every expert is saying it’s too early to draw such an inference

It has massive implications, it’s causing fear and panic, but we should not be in this situation when the Government is putting out data that is unquantifiable.

They are fitting the data to the evidence. They see cases rising and they are looking for evidence to explain it.

Obviamente os especialistas não embarcam na “mutação 70% mais infeciosa”

Muitos outros questionam o alarmismo e sabem perfeitamente que mutações é algo banal

Devi Sridhar, a member of the Scottish government’s COVID-19 advisory group, said that raising the alarm over a new strain without wider peer review had stoked “unhelpful” rumours about an increased risk to children.

Linda Bauld, chair of public health at Edinburgh University, said that experts around the country had not been shown any data to support the claim from UK Government scientists that the new strain was up to 70% more [transmissible] than existing strains.