Não há impacto da covid-19, não há mortalidade em excesso no mundo

Não há impacto da covid-19, não há mortalidade em excesso no mundo

Ontem tinha olhado para a Suécia. Hoje, ano novo hábitos velhos, olha-se para o mundo todo.

Não há mortalidade em excesso em 2020 no mundo. Relembro que todos os dias do ano tiveram formalmente o virus a circular.

A mortalidade mundial está ligeiramente abaixo da média. As estimativas com base na média passada e no crescimento populacional indicavam 60 milhões de mortos esperados, apenas se registaram 58 milhões – com correções burocráticas nas próximas semanas. Qualquer valor registado abaixo de 120 milhões, dobro do “normal”, não podia suscitar qualquer ação irreflectida e não testada.

É impossivel a existência de um agente patogénico altamente mortal e altamente infeccioso em circulação. Não há argumento possivel, qualquer tentativa de defender o contrário é uma prova pública de dificuldade cognitiva ou oportunismo doloso de indole criminal.

Relembro que a maioria da população mundial não está sujeita, de facto e não de jure, a qualquer medida restritiva de suposta “contenção”. África não tem qualquer capacidade de facto de implementar qualquer medida. A China esteve apenas sujeita por breves momentos. A india idem. As zonas rurais mundiais não estão nem podem estar sujeita a qualquer medida de facto, apenas de jure. Apenas uma população de 400 000 000 – as zonas urbanas de parte da Europa e EUA está de facto sujeita a medidas, menos de 10% da população mundial. Qualquer tentativa de negar os factos imutáveis da não existência de excesso de mortalidade com tais medidas deve ser apelidada sem apelo nem agravo de negacionismo criminoso.

A existência de uma pandemia fica assim por terra. A sua declaração em primeiro lugar e a sua manutenção é apenas um acto burocrático, sem qualquer adesão à racionalidade epidemiológica, social ou mesmo clinica. A declaração e manutenção de uma pandemia é apenas possivel por utilização de critérios burocráticos sem sentido, alterados em 2009 pela OMS. A inexistência de impactos na variavel epidemiológica mais importante, mortalidade, exclui qualquer racionalidade em tal decisão.

 

Não há impacto da covid-19, não há mortalidade em excesso no mundo

 

Hoje é o ultimo de 2020, a hora de olhar para a Suécia

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