Máscaras como instrumento de tortura

Máscaras como instrumento de tortura

Máscaras como instrumento de tortura

Guantanamo 2003. A prisão dos crimes de guerra do império. A prisão para onde onde foram mandados centenas de presos de guerra para serem torturados.

Depois da invasão e destruição do Iraque a reboque de mentiras de “armas nucleares e químicas de Saddam”. Imagens falsas, contratos falsos apresentados nas assembleias da ONU – da qual faz parte a OMS – para justificar a destruição e morte do país e dos seus cidadãos.

Os presos da guerra foram enviados para Guantanamo. Obrigados a usar máscaras. Despidos da sua roupa, com auriculares e óculos. Obrigados a perder toda a identidade como forma de tortura.
Ajoelhados para saberem quem são os donos da sua vida. Sem voz, tirada pela máscara, sem visão, tirada pelos óculos, sem audição tirada pelos auriculares. Tortura de negação da identidade.

Hoje são os prisioneiros do medo sanitário, torturados com a perda da identidade básica. Que aplaudem e agradecem ao seu carrasco a tortura e denunciam os seus iguais para que sejam também torturados. As mentiras são semelhantes, de que é tudo pela segurança. Os gráficos manipulados e exibidos nos mais altos lugares do poder.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1122119/

A Red Cross spokesman told the media, however, that the United States had contravened the Geneva Conventions by releasing photos that showed the men kneeling shackled and blindfolded, wearing surgical masks and earmuffs. A provision forbids exposing prisoners of war “to public curiosity”

 

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