Lixo jornalistico a fazer a narrativa

Lixo jornalistico a fazer a narrativa

 

Lixo jornalistico a fazer a narrativaDiz o Público, em tempos um jornal, hoje transformado num pasquim desesperado por cliques

Os relatos de frio nas escolas sempre se ouviram, mas este ano a pandemia veio obrigar a que janelas e portas estejam abertas

Isto é factualmente errado em todos as interpretações possiveis.

Não há obrigação nenhuma, nem legal nem epidemiológica.

Ninguém está obrigado a cumprir RECOMENDAÇÔES de um organismo burocrático do estado. Ponto. A DGS não faz leis, a DGS não faz parte da hierarquia da educação, o ministério não pode impor regras a alunos. As janelas e portas só estão abertas porque OS FUNCIONÁRIOS QUEREM. Há recomendações que qualquer professor ou director escolar é LIVRE de não implementar.

Não há qualquer justificação epidemiológica para manter janelas e portas abertas. Mesmo que se considere o virus altamente perigoso. Não há qualquer prova que o custo-risco de manter pessoas em condições ambientais agressivas como baixas temperaturas tenha qualquer vantagem em termos de infeção sobre a potencial infeção de ar estagnado. O equilibrio de sistema imunitário debilitado por condições atmosféricas perto de causar hipotermia e logo debilidades profundas no sistema imunitário e o risco de infeção não é conhecido. Logo não há prova, como em nada deste circo, se as medidas causam mais problema que a infeção.

Isto é um discurso jornalixo abjecto. De tentar desculpar toda a incompetencia, incluindo a dos proprios jornalixos em explicar, com “a pandemia obriga”.

Curiosamente para este monte de esterco disfarçado de “jornalismo”, já tem memória de invernos passados, já vão buscar os relatos de problemas no aquecimento. Curioso que para espalhar medo da doença não há memória coisa nenhuma, ninguém se lembra quantos morrem de gripe e como morrem nos corredores dos hospitais.

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