Facebook Backup April 2020

andre-dias.net
Updated 1 May 2020, 09:28
Andre Dias posted in Grupo Scimed – Messias Boot Camp.
30 Apr 2020, 11:17

Facebook Backup April 2020

Deaths in sweeden by day of death (not by day it was reported).
Mortes na Suécia segundo o dia de morte (não por dia em que são notificadas)https://www.socialstyrelsen.se/statistik-och-data/statistik/statistik-over-antal-avlidna-i-covid-19/#lightbox-block

Deaths in sweeden by day of death (not by day it was reported).
Mortes na Suécia segundo o dia de morte (não por dia em que são notificadas)

https://www.socialstyrelsen.se/statistik-och-data/statistik/statistik-over-antal-avlidna-i-covid-19/#lightbox-block

Andre Dias updated his status.

Resposta a “Erros na análise de André Dias sobre a pandemia de Covid-19″

As outras perspetivas e a revisão por pares são sempre importantes e muito apreciados. Neste caso, não trazem matéria substancialmente relevante, distorcem grande parte das minhas afirmações e entra no insulto fácil. Ainda assim, não deixo de considerar.
O primeiro erro em que demonstra incapacidade de entender elementos essenciais: o vídeo não é meu. É uma entrevista a um órgão de comunicação social. Foi o jornalista que selecionou, montou e adicionou os efeitos gráficos de sobreposição.
Gostava de ouvir o que o autor entende por “peer” e “peer review”. Para mim é alguém com trabalho publicado no tópico que pretende rever. Tanto quanto consigo ver o autor não tem qualquer trabalho muito menos formação em epidemiologia ou estatística médica. Assim é legítimo perguntar com que base se auto intitula “peer”? Não será digamos um abuso?

Além das considerações gerais sobre falhas do artigo, vou-me centrar em pontos concretos que são referidos.

1- O que eu disse foi que uma epidemia “EM MEIO NATURAL” é muito bem modelada por uma curva gaussiana. As infeções Humanas, por efeitos sociais de distanciamento, raramente a seguem. O facto de a China seguir muito próximo é que indica que esta foi muito ditada por factores naturais, intrínsecos da infeção. Na entrevista que sabia ter potencial de atingir uma audiência variada quis usar linguagem e analogias simples.
Se os dados da China não são fidedignos, porque anda a falar sobre eles, gosta de discutir ficção científica? Diz que foi o lockdown que impediu a propagação no resto da china, mas não impediu infeccao para o resto do mundo. Faz todo o sentido…
Quanto a se considerar gaussiana ou não. Consulte pf o manual de epidemiologia do CDC https://stacks.cdc.gov/view/cdc/6914/cdc_6914_DS1.pdf páginas 2-10 e 2-14. Talvez queira fazer peer review ao material do CDC…

2a- Quando ler o tal manual do CDC talvez perceba o que representa a área sob a curva e que em 2017-18 morreram 150 000 pessoas na área euromomo. O pico e seu tamanho este ano tem muito pouca relevância…. Consulte a área de 217 000 em 2014 na área euromomo e depois que diga onde está a mortalidade. Não tente ir ver a mortalidade publicada pelo Inst. Ricardo Jorge para mortalidade de Portugal em 98-99 pode ficar chocado com os perto de 8 000 mortos.
Atribuir a covid não é a única plausível, de todo, temos indicadores muito fortes que há mortalidade não explicada em todos os países. Estamos a matar de medo.
Dizer que o confinamento reduziu os acidentes de carro como sendo relevante é indicador que não tem noção da mortalidade num país. Em Portugal os acidentes rodoviários representam menos de 2 mortos por dia.
Eu olhei para todos os locais. Obviamente estava a fazer uma entrevista em Português para público Português, falei de…. Portugal.

2b
Aqui já é mais complicado argumentar porque é evidente o total desconhecimento sobre epidemiologia básica. E diz o Hugo que sabe o que “faz sentido ou não”. Ignora completamente a janela temporal do PCR (surreal!). Nem estatística de testes… Enfim…
Não precisa de fazer cálculos de letalidade, há instituições de referencia a fazer https://www.cebm.net/covid-19/global-covid-19-case-fatality-rates/
O Hugo diz “Se convergirem para um valor entre 0.5% e 1.0% ainda é 5 a 10 vezes superior.” – Não, os estudos serológicos actuais apontam para 0,36%, outros 0,01%, outros 0,2%, uns mais, outros menos. Como os anticorpos levam tempo a serem detetados ainda vai baixar provavelmente mais.

A – Gosto de ouvir debater gestão de sistemas de saúde de quem não tem formação. Curiosamente se os sistemas de saúde colapsarem, morrem mais pessoas….. ou seja… o que importa é se estão a morrer mais pessoas ou não.

B – 30% na gripe suína. Ignora a parte da afirmação “uma infeção pulmonar” que são completamente diferentes da varíola. Que o facto de poder ser latente a torna perigosa com tais letalidades. Sim, ao ponto de extinção de algumas populações. Pode infectar silenciosamente todos e depois mata até ao último.

C – Não é nada claro que a radiação não vai destruir o vírus se nunca se tiver estudado epidemiologia. Se tiver, sabe-se que é o padrão de milhões de outros equivalentes e que até haver prova em contrário tem que se assumir isso.

D – O Hugo diz que não vão infectar a família se não houver infectado. Só que os virus entram nas casas por mil vias diferentes (compras, pó, correio, etc). Depois de entrar as probabilidades de infeção são elas próprias uma exponencial, quanto mais tempo se está confinado com as mesmas pessoas mais sobe. Desfaz os efeitos de compartimentação de dormir em quartos separados, desfaz os efeitos de ir à rua, tudo. Fica uma probabilidade de quase 100%.

E – Também há uma perspectiva ética em condenar milhões de pessoas à fome e causar milhares de suicídios. Mas dessa ética ninguém quer falar….

F – Talvez o Hugo não conheça o histórico do Imperial College: seis milhões de vacas mortas (da doença das vacas loucas e da gripe suína). Tudo baseado em estimativas absurdas sem qualquer ligação à realidade. Na altura certa manifestei as minhas reservas quanto às suas estimativas, é ver se correram bem.
O Foot-and-mouth disease é histórico era preciso ir investigar. É mais fácil criticar sem ter trabalho de saber do que se fala e pegar num argumento lateral.

G – A gripe Espanhola foi um colapso da imunidade de grupo pelo primeiro grande e rápido movimento na história, devido ao vapor, de milhões de pessoas infetadas. Teve pouco de vírus, muito de mudança social dramática. Milhões de pessoas muito infectadas a chegar a grupos que nunca tinham tido contacto com doenças semelhantes e não tiveram tempo de desenvolver imunidade. Adicionalmente muitos estavam feridos precisavam de cuidados médicos intensivos, logo com muita proximidade física. Comparações são absurdas com um mundo atual de uma mobilidade gigantesca, onde os sistemas imunitários estão expostos a tudo e mais alguma coisa.

Há uma realidade que não se pode negar, os picos de infeção foram antes das quarentenas, pelo que foram inúteis. Nada prova a sua eficácia. Pelo contrário já há várias evidências a indicarem o contrário.

A perceção sobre os efeitos do confinamento de toda a população tem levantado muita confusão. A ideia de que confinando TODOS se pode evitar a propagação da doença é muito intuitiva. Com o tipo de mediatização que assistimos e com as campanhas que, certamente com boas intenções, associam o “ficar em casa” ao BEM COMUM, essa perceção fica ainda mais vincada. Junta-nos em torno de uma causa MAIOR.
Mas não é POR ser tão óbvia e inspiradora que é necessariamente uma boa causa.
Primeiro, convém distinguir alguns conceitos. A quarentena visa isolar os infetados ou os que tiveram contacto com os mesmos, do resto da população. O confinamento de todos (às vezes referido como lockdown dado o impacto que tem na atividade de um país) implica isolar toda a população (saudáveis, grupos com maior risco e infetados).
O confinamento de doentes encontra alguma evidencia e é utilizada há muitas séculos para mitigar os efeitos de epidemias deste género. Juntamente com outras medidas de higiene, como lavar as mãos e distanciamento social, que são recomendações usuais. Podem ser pouco espetaculares mas a evidencia aponta para bons resultados.
Já o confinamento geral desta forma é algo quase inédito. Não havia qualquer evidencia nem recomendações.
O que foi afirmado pela OMS (3 de Março) em função da “experiência chinesa” foi de que o vírus era lento (“spreads less efficiently than flu”), mortal (3,4% de letalidade), apenas 1% eram assintomáticos e que era possível contê-lo. Daí ter recomendado a estratégia de rastreamento de contacto (“contact tracing”) de que tanto ouvimos falar. Agora, nem tanto.
Há muito tempo que sabemos que a generalidade dessas premissas estavam completamente erradas. Hoje, sabemos de certeza que o próprio rastreamento de contacto era quase impossível dado que o vírus estava muito mais espalhado do que a suposição inicial.
No entanto, muitas dessas premissas continuaram a ser consideradas, mesmo quando as evidências todas apontavam noutra direção, e a estratégia de rastreamento de contacto associada ao confinamento de toda a população.
Mas apesar disto tudo, o confinamento geral conseguiu ajudar significativamente a conter a progressão da doença? Por exemplo ajudando a que os sistemas de saúde aguentassem?
Se analisarmos os gráficos da Finlândia, Malta, Letónia, Bielorrússia, Islândia, Hungria que não adotaram a estratégia de confinar pessoas saudáveis vemos padrões em tudo semelhantes. Acima de tudo não vemos a exponencial tenebrosa que nos tinham jurado ser a consequência imediata de não fazer nada.
Já há vários estudos que comprovam essa conclusão.

Apesar de toda a devastação provocada, o confinamento de todos pouco ou nada ajudou.

É uma conclusão contraintuitiva, incómoda, dolorosa, bastante injusta para quem investiu muito na ideia com as melhores intenções do mundo.

Mas não deixa de ser verdadeira.

https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.04.24.20075291v1

Serological test over a blood bank, thus a good random factor. IFR/lethality under 0,1% for people younger than 70.

This is the test we needed. This answers most questions.

Updated 28 Apr 2020, 20:42

Facebook Backup April 2020

Um enorme obrigado ao @[643542263:2048:Nuno Perestrelo] por ter feito a primeira entrevista ao Jorge Torgal neste momento crucial. Creio que foi fulcral para que volte a falar, ele que é o unico que deve e devia ter sido escutado em tudo isto.
Um enorme obrigado ao Nuno Perestrelo por ter feito a primeira entrevista ao Jorge Torgal neste momento crucial. Creio que foi fulcral para que volte a falar, ele que é o unico que deve e devia ter sido escutado em tudo isto.
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N’A bola, sobre o regresso do desporto.
Um enorme apreço pelo Nuno Perestrelo que fez um trabalho exemplar ao conseguir entrevistar Jorge Torgal.
Andre Dias updated his status.
Trabalho d’A bola hoje (e amanhã) sobre retoma do campeonato de futebol em segurança.
Será um passo muito importante a descarregar o medo, será uma mensagem crucial a uma fatia muito importante da população.
Leiam.

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Now with English subtitles.

You need to activate subtitles/captions on lower right corner (see image) or upper right three dots (mobile). You can configure size or drag the text to avoid the subtitles in PT already in the video.
German, French and Spanish in the making.

Thank you to those who did a great job of manual translation and sync!!!

Now with English subtitles.

You need to activate subtitles/captions on lower right corner (see image) or upper right three dots (mobile). You can configure size or drag the text to avoid the subtitles in PT already in the video.
German, French and Spanish in the making.

Thank you to those who did a great job of manual translation and sync!!!

https://m.youtube.com/watch?v=BDQJw5FqgY4&feature=share&fbclid=IwAR3FJRYygSGX1BVfwcuA4Cdi0dVk2q1KZSel4TkJPqI78jxzAc37Nt_CtLs#

Updated 25 Apr 2020, 22:15
Andre Dias updated his status.

Tenho tradução da entrevista em Castelhano, Francês e Alemão. E um ficheiro .srt com os timecodes. Alguem se voluntaria para copiar e colar o texto para cada linha?
Provavelmente com excel da para fazer auto.
Exemplo
00:00:12,231 –> 00:00:17,091
It’s only a matter of…What is the impact on society?

00:00:12,231 –> 00:00:17,091
C’est simplement une question …
Quels en seront les impacts sur la société?

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What if the UK had peaked before the lockdown was in place? What if the hand wash and distancing was the one that made all the difference? Would it make it look like fools?
https://www.cebm.net/covid-19/what-does-rcgp-surveillance-tell-us-about-covid-19-in-the-community/
What if the UK had peaked before the lockdown was in place? What if the hand wash and distancing was the one that made all the difference? Would it make it look like fools?
https://www.cebm.net/covid-19/what-does-rcgp-surveillance-tell-us-about-covid-19-in-the-community/

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What if Spain had locked the whole country the day before the infection had peaked? Would it make them look like a little less fools?

Red graph shows the numbers of cases taking into the date the patient indicates having started symptoms.

What if Spain had locked the whole country the day before the infection had peaked? Would it make them look like a little less fools?

Red graph shows the numbers of cases taking into the date the patient indicates having started symptoms.

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What if Germany had locked the whole country after the infection had peaked? Would it make them look like fools?

The graph indicates the cases by day indicated by patient for start of symptoms.

Von der fehlenden wissenschaftlichen Begründung der Corona-Maßnahmen (aktualisiert)

What if Germany had locked the whole country after the infection had peaked? Would it make them look like fools?

The graph indicates the cases by day indicated by patient for start of symptoms.

https://scilogs.spektrum.de/menschen-bilder/von-der-fehlenden-wissenschaftlichen-begruendung-der-corona-massnahmen/

http://archive.is/mALzn

As if trusting simulations instead of real data could be recipe for disaster.

Updated 25 Apr 2020, 17:28
Updated 24 Apr 2020, 23:22

https://www.reuters.com/article/us-health-coronavirus-ventilators-specia/special-report-as-virus-advances-doctors-rethink-rush-to-ventilate-idUSKCN2251PE

What was the role of fear of clinicians getting infected in these decisions to ventilate? Was it so severe as the role of fear in panic buying toilet paper (like in Portugal and Italy where each house as a bidet by law)? As hoarding food? Of demanding unproven, untested draconian lockdowns?
Did we kill more by fear than the virus?

Updated 24 Apr 2020, 10:56

317 covid outbreaks identified in China associated with indoors. Only one associated with outdoors.

Stay at h….. outside!
sharing indoor space is at much higher infection risk!

Who said lockdown was a good idea?
If anyone had just bothered to listen to a century worth of epidemiology!

https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.04.04.20053058v1

Updated 23 Apr 2020, 23:08

New York City showing 21% with antibodies. Given the delay for antibodies to form, I bet that the infection peak was weeks before lockdown.

https://www.bloomberg.com/news/articles/2020-04-23/new-york-finds-virus-marker-in-13-9-suggesting-wide-spread

Updated 23 Apr 2020, 18:45

https://www.hug-ge.ch/medias/communique-presse/seroprevalence-covid-19-premiere-estimation

5,5% in Geneva. Anyone has the number of PCR positve for the canton to estimate how much this reduces the lethality?

Updated 22 Apr 2020, 16:01

We have closed countries after infection reached its peak! Genius!

Given the time to infection and death and given the time when peak of deaths ocurred, having a death much earlier than they even started testing indicates that it was a widespread infection by the time anyone even noticed. That by the time lockdown was in place it was hopeless and likely already at peak of infection.

https://www.axios.com/first-us-coronavirus-death-earlier-autopsy-dbc72f86-30ed-47e5-b5d8-6811643f9853.html

Updated 22 Apr 2020, 14:33
Updated 22 Apr 2020, 11:20

https://www.svt.se/nyheter/inrikes/11-procent-av-stockholmarna-har-antikroppar-mot-covid-19

A Minimum of 11% of people in Stockholm have been infected. This again makes the lethality go down dramatically.

Updated 21 Apr 2020, 21:56
Andre Dias updated his status.
Há epidemiologistas, imunologistas, médicos, estatisticos médicos e afins, ou quem as/os conheça, que queiram subscrever uma carta aberta ao presidente da republica a afirmar a necessiade de começar faseadamente a levantar as restrições?

So simple, it sounds like he has seen this before, as if he has read 1 century of epidemiology. If others can…..

https://www.nature.com/articles/d41586-020-01098-x

Updated 21 Apr 2020, 19:22
Andre Dias updated his status.
Provavelmente vou atingir o limite de amigos do facebook. Assim, optem por seguir/follow em vez de pedido amizade.

http://www.publichealth.lacounty.gov/phcommon/public/media/mediapubhpdetail.cfm?prid=2328

Adjusting this estimate for statistical margin of error implies about 2.8% to 5.6% of the county’s adult population has antibody to the virus- which translates to approximately 221,000 to 442,000 adults in the county who have had the infection. That estimate is 28 to 55 times higher than the 7,994 confirmed cases of COVID-19

Time to lift all restrictions one by one. Schools tomorrow. Enough of this clown circus, no one asked to be part of.

Updated 20 Apr 2020, 21:27
Andre Dias updated his status.
Alguém se voluntaria para traduzir as legendas da minha entrevista para Ingles? Castelhano?
Sao 7764 palavras

https://www.google.co.uk/amp/s/www.yahoo.com/amphtml/lifestyle/lockdown-damage-outweighs-coronavirus-warning-121940675.html

Professor Carl Heneghan, director of the centre for evidence-based medicine at Oxford University…. stated that at the time the lockdown was put in place the infection had already peaked.

Are we going to stop this charade already?
Enough is enough!

Updated 20 Apr 2020, 15:04
Andre Dias posted in Grupo Scimed – Messias Boot Camp.
20 Apr 2020, 11:08

https://www.ecdc.europa.eu/en/publications-data/seasonal-influenza-annual-epidemiological-report-2014-15-season

*in 2014* This excess roughly corresponds to 217 000 deaths among the 94 million elderly citizens (65 years of age or older) of the 28 EU Member States.

Likely most of them from complications of the flu.
Not a single school was ever closed. Not a shop. Not a country.

Stop this insanity now! Before we kill more from suicide than the virus, if not already.

Updated 20 Apr 2020, 09:37
Updated 19 Apr 2020, 16:17
Updated 19 Apr 2020, 15:21
Andre Dias posted in Grupo Scimed – Messias Boot Camp.
18 Apr 2020, 20:40
Updated 18 Apr 2020, 17:26
Andre Dias posted in Grupo Scimed – Messias Boot Camp.
17 Apr 2020, 21:44

https://www.youtube.com/watch?v=bfN2JWifLCY

The imperial paper is “debatable” after 4s of thought how to say a rude word in a proper manner.

“Did any politician think about how do we get out of this?”

So you think that the severity of these measures are not going to make any difference
“No difference”

“we are seeing a tsunami of a quite mild disease, some countries do this, some countries do that, in the end there will be very little difference”

Updated 17 Apr 2020, 21:31

More antibodies testing. Standord.
Comercial tests that were assessed prior to the study.

Up to 85 fold increase in the number of people that were infected. Or an irrelevant lethality from the virus.

If it is not yet clear for anyone the stupidity of what was demanded from governments to do, now it must start to be.

https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.04.14.20062463v1.full.pdf

Updated 17 Apr 2020, 20:49

Another “lab”. Certainly they are young and fit, so not surprising they show no symptoms, but shocking that so many are infected at time of PCR test. This puts in the scenario where some 50% could have been already infected at some point.The same may well be happening in “the world”…. the political consequences are huge.

the entire 4,800-member crew of the aircraft carrier – which is about 94% complete …… over 600 sailors who tested positive
https://www.reuters.com/article/us-health-coronavirus-usa-military-sympt/coronavirus-clue-most-cases-aboard-u-s-aircraft-carrier-are-symptom-free-idUSKCN21Y2GB

Updated 17 Apr 2020, 12:53

(Update: Sweden now updated to dark blue. Same reasoning still aplies, why is Sweden not having 20, 30, 50x more deaths?)

Why is Sweden not in dark blue? Red maybe….
Where is the end of the world we were promised if we didn’t give away our most basic rights?
After a month of irresponsibility of not taking significant rights away from their citizens and a very fast spreading very dangerous virus, they should be in red by now. Wasn’t it going to grow exponentially forever and kill in the millions?
Boring pale blue.
http://euromomo.eu/index.html

http://euromomo.eu/slices/Maps-2020/MAP-2020-15.png

Updated 16 Apr 2020, 21:20

Data from US is showing that there is a significant increase in ILI (“flu”) symptoms and diagnosis not expected for this time of year. Also shows a strong correlation in geographical distribution of that increase in ILI and known covid cases.

Immediate conclusions are:
– Covid is possibly widespread as indicated by sharp rise in unexplained ILI. This indicates that confinement will do nothing or little.
– That lethality is much lower than even current estimates.
– Covid is happily being taken for “flu” ILI and no panic seems to arise from telling someone they have “the flu”.

https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.04.01.20050542v2.full.pdf

Updated 16 Apr 2020, 17:05
Andre Dias updated his status.
Coronaviruses that are the typical causative agents of common colds are responsible for millions of infections every year and that these common colds are fatal in up to 8% of older, multimorbid people with complications such as pneumonia [18,19]. The only difference to SARS-CoV-2 may be that we have never measured coronavirus infection rates in the population.

A unica conclusão válida é que o indice de massa corporal tem aumentado linearmente ao longo dos anos. Ou seja: está gordo que nem um porco.
Se não abre da pestana um dia acorda no matadouro.

https://www.youtube.com/watch?v=BDQJw5FqgY4&feature=youtu.be

Updated 16 Apr 2020, 13:48
Andre Dias updated his status.
In 2017/18, 25,100 people died of influenza in Germany. This death rate corresponds to 5 million infected people based on the CFR of 0.5% calculated by the RKI for 2017/18. According to the RKI report on the epidemiology of influenza in Germany in 2017/2018, the influenza season lasted 15 weeks, from the 52nd calendar week of 2017 to the 14th calendar week of 2018 [11]. In order to reach 5 million within 15 weeks, the number of infected people would have to double every 4.4 days. This is similar to what we are now seeing with SARS-CoV-2 and differs only in that we did not measure it for influenza. In any case, there were no reports in 2017/18 that our health care system was overburdened, even though all 25,000 fatal flu cases presumably received medical treatment before their deaths, most of them certainly in a hospital or even in intensive care.
Andre Dias posted in O Céptico Responde.

Facebook Backup April 2020

Epidemia
Olhar para as provas e dados objectivos é urgenteA propagação local e mundial do SarsCovid-2, vírus identificado na China, provocou uma reação inédita a este tipo de pandemias. Muitas consequências são mesmo potencialmente imprevisíveis, perigosas ou até irreversíveis. O motivo teria de ser fortíssimo e assim foi apresentado. Um vírus, com algumas semelhanças aos que que coabitamos, mas bastante mais perigoso. A 3 de Março a OMS revelava uma taxa de letalidade de 3,4% que resultava de 99% de infetados sintomáticos (na China). Era aparentemente menos eficiente na transmissão que o influenza. Defendia por isso que estratégias de contenção eram possíveis e que “devíamos tudo fazer para o conter”. As imagens e relatos que nos chegaram de Itália (e depois de Espanha) pareciam confirmar que algo de diferente se tratava. Perante o medo crescente dos seus cidadãos e respaldados pela OMS foram tomadas por muitos países, Portugal incluído, medidas nunca antes experimentadas. Suspenderam-se liberdades individuais e, de certa forma, suspendeu-se a vida tal a conhecemos. Tudo por uma causa maior. Pensamos, que a esmagadora maioria compreendeu e concordou.

No entanto, alguns investigadores e especialistas de topo, mostraram publicamente estranheza ou até estupefação. O que sabíamos na altura

Os dados iniciais de surtos infecciosos são essencialmente ruído, com muito pouco para tirar de sinal. Primeiro, porque durante algumas semanas não há agente identificado, depois, não há teste específico para o agente, depois, só há testes virológicos (onde estamos agora) e, só bastante mais tarde, aparecem testes serológicos/ anticorpos. Os testes virológicos só podem ser feitos numa janela temporal muito curta ou dão negativo, daí induzirem um ruído gigantesco. Os serológicos indicam se alguma vez houve contacto com o vírus, logo podem ser feitos em amostragem populacional e permitem dados estatisticamente significativos. Neste momento (escrito a 23 de Março), “ NÃO HAVIA nenhuns dados fiáveis para estimar a letalidade da covid19, podiam ser 0,001% ou 5%. Tudo isso é ruído. O número de infectados podia ser o que se conhecia ou dez mil vezes maior (sim, dez mil vezes).” Só com a chegada de testes serológicos se começa a ter real imagem da doença na sociedade.

Por exemplo, a gripe Suína começou com estimativas de 30% — literalmente extinção humana em poucos meses — e acabou abaixo de 1%, abaixo da gripe sazonal (0,02%) e não fez dano nenhum relevante.Este é o tipo de ruído com que estamos a lidar.

Relativamente ao SarsCov-2 os únicos dados minimamente fiáveis que se tinham à data eram de testes virológicos do cruzeiro Diamond Princess, porque toda a gente foi testada num intervalo relativamente curto. Indicavam 1% de letalidade numa população muito envelhecida, em ambiente confinado e a partilhar cantina. Podemos ter certeza estatística de que o mundo fora do cruzeiro terá taxas bem mais baixas. Adicionalmente, menos de 20% das pessoas foram infectadas e não havia ainda explicação para tal. Como não se podia sequer estimar no início a letalidade, todo o medo e pânico são irracionais. É preciso um cuidado extremo, extremo, paranoico, com a divulgação de dados iniciais de surtos em particular com a letalidade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) devia responder criminalmente por não controlar esses dados e não assegurar que indica a ordem de grandeza do ruído. Foi só e apenas isso que fez este “surto”.

A equipa do Imperial College que fez previsões catastrofistas tem um historial macabro de indicação para abate de centenas de milhares de animais por causa da ‘foot and mouth disease’. Verificou-se na altura que o modelo estava errado, sendo, no essencial, o mesmo usado agora. Numa audição parlamentar, Neil Ferguson reviu as estimativas do Imperial College, sem qualquer justificação plausível além de “medidas” que não especificou, passando de 500 000 para 20 000 mortos!

Mesmo que fosse muito mau, os vírus pulmonares são sempre lentos, nunca infectam mais de 30% das pessoas por ano, não importa o “como” e “onde”. Os vírus rápidos são os vírus que estão disponíveis na pele ou secreções, que têm proteção do ambiente até ao momento de infectar um novo hospedeiro. Os vírus pulmonares têm de estar expostos ao ambiente hostil algum ou muito tempo, que lhes reduz dramaticamente a capacidade de infecção — por exemplo são destruídos pelos raios ultravioleta – o que os torna muito mais lentos e muito influenciados pelos pequenos aumentos de imunidade de grupo.

A gripe tem sempre estirpes com imunização zero. A OMS faz previsão das estirpes e falha muitas vezes, ficando uma ou duas estirpes de fora da vacina para as quais a imunidade é zero. Decisões como encerrar escolas são erros grosseiros, que ninguém em momento nenhum, incluindo a OMS, recomenda ou reconhece qualquer prova de eficácia. Teria sido tempo de usar o conhecimento de cem anos de epidemiologia na gestão desta epidemia, em vez de adoptar medidas extremas, que nunca foram testadas em lado nenhum, e que seguramente terão um grande impacto negativo na nossa vida.

As declarações do dr. Jorge Torgal vêm claramente nesse sentido. Ele é bem incisivo nas declarações na véspera do anúncio do fecho das escolas. Além de só recomendar algumas medidas de afastamento social declara “para outros passará por fechar escolas, mas fechar escolas não tem qualquer justificação técnico-científica e não colhe nada, mas há quem não pense assim.” Público, 12 de Março de 2020 O que sabemos agora

A Estimativa da OMS de 1% de assintomáticos tem sido completamente rejeitada pelos factos. Neste momento já temos evidência suficiente para perceber que uma percentagem de assintomáticos é significativamente maior (de 50% a 80%). Este facto, só por si distorce irremediavelmente a perspetiva que a OMS tinha do vírus em causa e da melhor forma de o combater. A base para a tomada destas políticas foi a ideia de que este vírus era especialmente perigoso, 3,4% de letalidade. Neste momento, isso já não é minimamente credível.

Os dados de que já dispomos entre estimativas do centro de medicina baseada em prova de Oxford abaixo de 0,36% e de vários estudos serológicos (embora ainda insuficientes para o valor final) vão no sentido da letalidade ser numa ordem muitíssimo inferior, possivelmente inferior à da gripe normal (0,04-0,6). As idades médias das vítimas serem muito elevadas (85/ 80 em Portugal) e as morbilidades associadas (muitas) também parecem indiciar que a esmagadora maioria das mortes poderão acontecer sem sequer intervenção do vírus ou que o vírus será apenas a “gota final”. Em Itália por exemplo, foi relatado que apenas 12% das mortes reportadas por Covid-19 tiveram causa direta no vírus. Isto cria camadas de vieses de seleção com distorções enormes nos dados apresentados.

Quando há teorias divergentes, elas só podem ser rejeitadas ou validadas por predições. Neste momento está claro a falência total das previsões que suportavam o tipo de medidas adotadas. Japão, Coreia do Sul e Suécia com medidas menos restritivas não tiveram a catástrofe anunciada. As curvas de praticamente todos os Países vão de encontro a um normal surto de gripe (em alguns casos potenciado por dois Invernos de atividade gripal baixa). As curvas da epidemia (novos casos) chegaram todas ao pico sensivelmente ao mesmo tempo, sinal que foi a natureza, a primavera, a ditar a regra não a quarentena.

Conclusão

As contagens criadas e os procedimentos da atribuição causal da morte, em consequencia de ser esta uma doença de notificação obrigatória, ao SarsCovid-2 causam grande distorção. Confundem-se pessoas que morrem COM o vírus com pessoas que morrem DO vírus. Tudo indica que a grande maioria morre COM o vírus ou que o vírus apenas contribui para um desfecho em doentes muito debilitados (muitas vezes com outros vírus e bactérias).

Se fizessem o mesmo com a gripe “normal” numa das epidemias anteriores (em que morreram muitos milhares de pessoas em pouco tempo) e contassem quem estivesse COM Influenza ou a ILI (mais frequente na altura) no organismo, os números seriam igualmente alarmantes. Mas nunca houve nada semelhante. Por isso (e não só) a perceção pública está tão distorcida.

A do governo não pode estar. Para além dos óbvios impactos sociais e económicos desta situação poderemos ainda juntar um outro. Arriscamo-nos a ter uma epidemia, em que uma população não imunizada ao SarsCovid-2 o terá de enfrentar juntamente com outros vírus da proxima epoca gripal.
Aí sim, poderemos ter um gigantesco problema de capacidade hospitalar. Fecharemos de novo as portas? Os duríssimos compromissos implementados pretenderam (e bem) valorizar o humanismo. Mas o humanismo e a racionalidade não podem ser concorrentes, têm de ser aliados.
É preciso levantar todas as restrições. A começar pela abertura imediata de todas as escolas para retoma da actividade económica e da vida social de seguida

Epidemia
Olhar para as provas e dados objectivos é urgente

A propagação local e mundial do SarsCovid-2, vírus identificado na China, provocou uma reação inédita a este tipo de pandemias. Muitas consequências são mesmo potencialmente imprevisíveis, perigosas ou até irreversíveis. O motivo teria de ser fortíssimo e assim foi apresentado. Um vírus, com algumas semelhanças aos que que coabitamos, mas bastante mais perigoso. A 3 de Março a OMS revelava uma taxa de letalidade de 3,4% que resultava de 99% de infetados sintomáticos (na China). Era aparentemente menos eficiente na transmissão que o influenza. Defendia por isso que estratégias de contenção eram possíveis e que “devíamos tudo fazer para o conter”. As imagens e relatos que nos chegaram de Itália (e depois de Espanha) pareciam confirmar que algo de diferente se tratava. Perante o medo crescente dos seus cidadãos e respaldados pela OMS foram tomadas por muitos países, Portugal incluído, medidas nunca antes experimentadas. Suspenderam-se liberdades individuais e, de certa forma, suspendeu-se a vida tal a conhecemos. Tudo por uma causa maior. Pensamos, que a esmagadora maioria compreendeu e concordou.

No entanto, alguns investigadores e especialistas de topo, mostraram publicamente estranheza ou até estupefação. O que sabíamos na altura

Os dados iniciais de surtos infecciosos são essencialmente ruído, com muito pouco para tirar de sinal. Primeiro, porque durante algumas semanas não há agente identificado, depois, não há teste específico para o agente, depois, só há testes virológicos (onde estamos agora) e, só bastante mais tarde, aparecem testes serológicos/ anticorpos. Os testes virológicos só podem ser feitos numa janela temporal muito curta ou dão negativo, daí induzirem um ruído gigantesco. Os serológicos indicam se alguma vez houve contacto com o vírus, logo podem ser feitos em amostragem populacional e permitem dados estatisticamente significativos. Neste momento (escrito a 23 de Março), “ NÃO HAVIA nenhuns dados fiáveis para estimar a letalidade da covid19, podiam ser 0,001% ou 5%. Tudo isso é ruído. O número de infectados podia ser o que se conhecia ou dez mil vezes maior (sim, dez mil vezes).” Só com a chegada de testes serológicos se começa a ter real imagem da doença na sociedade.

Por exemplo, a gripe Suína começou com estimativas de 30% — literalmente extinção humana em poucos meses — e acabou abaixo de 1%, abaixo da gripe sazonal (0,02%) e não fez dano nenhum relevante.Este é o tipo de ruído com que estamos a lidar.

Relativamente ao SarsCov-2 os únicos dados minimamente fiáveis que se tinham à data eram de testes virológicos do cruzeiro Diamond Princess, porque toda a gente foi testada num intervalo relativamente curto. Indicavam 1% de letalidade numa população muito envelhecida, em ambiente confinado e a partilhar cantina. Podemos ter certeza estatística de que o mundo fora do cruzeiro terá taxas bem mais baixas. Adicionalmente, menos de 20% das pessoas foram infectadas e não havia ainda explicação para tal. Como não se podia sequer estimar no início a letalidade, todo o medo e pânico são irracionais. É preciso um cuidado extremo, extremo, paranoico, com a divulgação de dados iniciais de surtos em particular com a letalidade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) devia responder criminalmente por não controlar esses dados e não assegurar que indica a ordem de grandeza do ruído. Foi só e apenas isso que fez este “surto”.

A equipa do Imperial College que fez previsões catastrofistas tem um historial macabro de indicação para abate de centenas de milhares de animais por causa da ‘foot and mouth disease’. Verificou-se na altura que o modelo estava errado, sendo, no essencial, o mesmo usado agora. Numa audição parlamentar, Neil Ferguson reviu as estimativas do Imperial College, sem qualquer justificação plausível além de “medidas” que não especificou, passando de 500 000 para 20 000 mortos!

Mesmo que fosse muito mau, os vírus pulmonares são sempre lentos, nunca infectam mais de 30% das pessoas por ano, não importa o “como” e “onde”. Os vírus rápidos são os vírus que estão disponíveis na pele ou secreções, que têm proteção do ambiente até ao momento de infectar um novo hospedeiro. Os vírus pulmonares têm de estar expostos ao ambiente hostil algum ou muito tempo, que lhes reduz dramaticamente a capacidade de infecção — por exemplo são destruídos pelos raios ultravioleta – o que os torna muito mais lentos e muito influenciados pelos pequenos aumentos de imunidade de grupo.

A gripe tem sempre estirpes com imunização zero. A OMS faz previsão das estirpes e falha muitas vezes, ficando uma ou duas estirpes de fora da vacina para as quais a imunidade é zero. Decisões como encerrar escolas são erros grosseiros, que ninguém em momento nenhum, incluindo a OMS, recomenda ou reconhece qualquer prova de eficácia. Teria sido tempo de usar o conhecimento de cem anos de epidemiologia na gestão desta epidemia, em vez de adoptar medidas extremas, que nunca foram testadas em lado nenhum, e que seguramente terão um grande impacto negativo na nossa vida.

As declarações do dr. Jorge Torgal vêm claramente nesse sentido. Ele é bem incisivo nas declarações na véspera do anúncio do fecho das escolas. Além de só recomendar algumas medidas de afastamento social declara “para outros passará por fechar escolas, mas fechar escolas não tem qualquer justificação técnico-científica e não colhe nada, mas há quem não pense assim.” Público, 12 de Março de 2020 O que sabemos agora

A Estimativa da OMS de 1% de assintomáticos tem sido completamente rejeitada pelos factos. Neste momento já temos evidência suficiente para perceber que uma percentagem de assintomáticos é significativamente maior (de 50% a 80%). Este facto, só por si distorce irremediavelmente a perspetiva que a OMS tinha do vírus em causa e da melhor forma de o combater. A base para a tomada destas políticas foi a ideia de que este vírus era especialmente perigoso, 3,4% de letalidade. Neste momento, isso já não é minimamente credível.

Os dados de que já dispomos entre estimativas do centro de medicina baseada em prova de Oxford abaixo de 0,36% e de vários estudos serológicos (embora ainda insuficientes para o valor final) vão no sentido da letalidade ser numa ordem muitíssimo inferior, possivelmente inferior à da gripe normal (0,04-0,6). As idades médias das vítimas serem muito elevadas (85/ 80 em Portugal) e as morbilidades associadas (muitas) também parecem indiciar que a esmagadora maioria das mortes poderão acontecer sem sequer intervenção do vírus ou que o vírus será apenas a “gota final”. Em Itália por exemplo, foi relatado que apenas 12% das mortes reportadas por Covid-19 tiveram causa direta no vírus. Isto cria camadas de vieses de seleção com distorções enormes nos dados apresentados.

Quando há teorias divergentes, elas só podem ser rejeitadas ou validadas por predições. Neste momento está claro a falência total das previsões que suportavam o tipo de medidas adotadas. Japão, Coreia do Sul e Suécia com medidas menos restritivas não tiveram a catástrofe anunciada. As curvas de praticamente todos os Países vão de encontro a um normal surto de gripe (em alguns casos potenciado por dois Invernos de atividade gripal baixa). As curvas da epidemia (novos casos) chegaram todas ao pico sensivelmente ao mesmo tempo, sinal que foi a natureza, a primavera, a ditar a regra não a quarentena.

Conclusão

As contagens criadas e os procedimentos da atribuição causal da morte, em consequencia de ser esta uma doença de notificação obrigatória, ao SarsCovid-2 causam grande distorção. Confundem-se pessoas que morrem COM o vírus com pessoas que morrem DO vírus. Tudo indica que a grande maioria morre COM o vírus ou que o vírus apenas contribui para um desfecho em doentes muito debilitados (muitas vezes com outros vírus e bactérias).

Se fizessem o mesmo com a gripe “normal” numa das epidemias anteriores (em que morreram muitos milhares de pessoas em pouco tempo) e contassem quem estivesse COM Influenza ou a ILI (mais frequente na altura) no organismo, os números seriam igualmente alarmantes. Mas nunca houve nada semelhante. Por isso (e não só) a perceção pública está tão distorcida.

A do governo não pode estar. Para além dos óbvios impactos sociais e económicos desta situação poderemos ainda juntar um outro. Arriscamo-nos a ter uma epidemia, em que uma população não imunizada ao SarsCovid-2 o terá de enfrentar juntamente com outros vírus da proxima epoca gripal.
Aí sim, poderemos ter um gigantesco problema de capacidade hospitalar. Fecharemos de novo as portas? Os duríssimos compromissos implementados pretenderam (e bem) valorizar o humanismo. Mas o humanismo e a racionalidade não podem ser concorrentes, têm de ser aliados.
É preciso levantar todas as restrições. A começar pela abertura imediata de todas as escolas para retoma da actividade económica e da vida social de seguida

Facebook Backup April 2020
Facebook Backup April 2020

In 2018-19 in England alone a peak of 287 people per week were admitted to ICU due to flu complications. The peak lasted more than 6 weeks and lead to admission of 2898 people.

Aprox 200 of those were under 4y old

https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/839350/Surveillance_of_influenza_and_other_respiratory_viruses_in_the_UK_2018_to_2019-FINAL.pdf

Did anyone notice any headline about that at the time?

Andre Dias updated his status.
The Norwegian Medical Association writes in an open letter to the Minister of Health that they are concerned that the measures taken could be more dangerous than the virus, as normal patients are no longer being examined and treated.
A Swedish author explains in the British Spectator: „It is not Sweden that is conducting a mass experiment. It is all other countries that are doing it.“
Professor Ansgar Lohse, Director at the Hamburg University Hospital, explains in an interview: „In my opinion, the Swedish measures are the most rational in the world. Of course, the question arises whether this can be kept up psychologically. Initially, the Swedes have to reckon with significantly more deaths, but in the medium to long term these will then be significantly reduced. The bill will be paid in a year – if the Swedes can hold out. Unfortunately, the fear of the virus often forces politicians to take actions that are not necessarily reasonable. Politics is driven also by the images in the media.“
According to Swedish chief epidemiologist Anders Tegnell, Stockholm may now have reached a „plateau“ with regard to Covid infections.

Facebook Backup April 2020

In a period of aprox fifteen weeks in 2014-15 a total of up to 29 000 people died in England alone from complications of the flu. Including up to 104 children under 4.

Not a single school was closed. Not a single fundamental right was denied.

Shocking the ignorance and easy that people demand the same actions of a dictatorship just because they have seen it on TV.

https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/839350/Surveillance_of_influenza_and_other_respiratory_viruses_in_the_UK_2018_to_2019-FINAL.pdf

In a period of aprox fifteen weeks in 2014-15 a total of up to 29 000 people died in England alone from complications of the flu. Including up to 104 children under 4.

Not a single school was closed. Not a single fundamental right was denied.

Shocking the ignorance and easy that people demand the same actions of a dictatorship just because they have seen it on TV.

https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/839350/Surveillance_of_influenza_and_other_respiratory_viruses_in_the_UK_2018_to_2019-FINAL.pdf

“A mortality rate of 10.7 per 1,000 inhabitants was observed in the winter season 2014/2015 (more than 375,000 deaths in absolute terms), corresponding to an estimated 54,000 excess deaths (+9.1%) as compared to 2014 (Signorelli and Odone, 2016), representing the highest reported mortality rate since the Second World War in Italy (UN, 2019).”

Fifty four thousand excess deaths. Fifty four. Not a single school closed. Not even a real attempt to understadn what happend in that year. Fifty four thousand excess deaths.

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1201971219303285

Updated 13 Apr 2020, 11:08
Andre Dias updated his status.

Have fun looking at illness like influenza. A chocolate for each “we never seen anything like this before”
Avoid page 51, it’s shocking!

https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/839350/Surveillance_of_influenza_and_other_respiratory_viruses_in_the_UK_2018_to_2019-FINAL.pdf

https://ratical.org/PerspectivesOnPandemic-II.html

https://www.youtube.com/watch?v=lGC5sGdz4kg

I will publish this every day from now on. Maybe every hour I am awake. Its the only decent step every Human trapped in this mad social experiment can do

Updated 12 Apr 2020, 21:16

Será que alguém consegue explicar porque é que as recomendações da DGS obrigam a tratamento de corpos de vitimas covid como contagiosos
“O cadáver deve sempre permanecer no saco impermeável (preferencialmente dupla embalagem) e em caixão fechado”

quando a OMS diz

“To date there is no evidence of persons having become infected from exposure to the bodies of persons who died from COVID-19;”

Depois ficamos chocados com imagens de camiões e caixões. Depois alimenta-se medo que alimenta mais medo.

Quantas mais regras absurdas como estas estão a entupir os serviços de saude de cima a baixo?

https://www.dgs.pt/directrizes-da-dgs/normas-e-circulares-normativas/norma-n-0022020-de-16032020-pdf.aspx
https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/331538/WHO-COVID-19-lPC_DBMgmt-2020.1-eng.pdf

Updated 11 Apr 2020, 21:06
Updated 11 Apr 2020, 20:12
Updated 11 Apr 2020, 13:56

https://ratical.org/PerspectivesOnPandemic-II.html

https://www.youtube.com/watch?v=lGC5sGdz4kg

I will publish this every day from now on. Maybe every hour I am awake. Its the only decent step every Human trapped in this mad social experiment can do

Updated 11 Apr 2020, 13:39
Updated 11 Apr 2020, 10:02

Facebook Backup April 2020

Again more of the same. The shocking images with no context. Selling fear.

The bodies are treated as highly contagious, have to be cremated. Families can not take them home for a normal burial/cremation. Crematories are overwelmed by the fear of the bodies, not the numbers of dead. It’s not the virus, it’s the burocracy that does this.

Just like Bergamo and the army lorries.

Again more of the same. The shocking images with no context. Selling fear.

The bodies are treated as highly contagious, have to be cremated. Families can not take them home for a normal burial/cremation. Crematories are overwelmed by the fear of the bodies, not the numbers of dead. It’s not the virus, it’s the burocracy that does this.

Just like Bergamo and the army lorries.

(If you share this, make sure you copy paste the text)

First antibodies test results reported

https://www.land.nrw/sites/default/files/asset/document/zwischenergebnis_covid19_case_study_gangelt_0.pdf

14% of a German town has been infected and shows antibodies.

This brings 3 immediate conclusions:
– The lethality of corona virus is well within flu, thus irrelevant in the grand scheme of things. We can now safely assume, not estimate, that infected cases are 50 to 100x higher than we see
– The confinment and lockdowns have very low chance of working. This scenario could not have been discarded by those in power of decision. There was a significant chance this had been the case. 14% infected is way past the threshold where a confinment can stop any infectio and close to the threshold were it can actually speed it up – not that it matters, as the lethality is low
– Given the high level of false negatives given by the existing antibodies tests [this is not true for this test, finally got the original report and the reported test is highly accurate] given that antibodies may take u tp 2 weeks to show in tests there’s a good chance that this is a very low estimate itself.

All lockdowns must be liffted today.

Updated 10 Apr 2020, 08:09

Roubado a @[696619080:2048:Gastao Taveira]

Dr Cameron Kyle-Sidell is a physician in emergency medicine and critical care at Maimonides in Brooklyn, New York
https://youtu.be/k9GYTc53r2o

À atenção dos especialistas em tratamento de doenças respiratórias.
Fico alarmado com as notícias que começam a surgir nos últimos dias, que poem em causa os tratamentos que estão a ser comumente adoptados para os doentes de covid-19 que contraem pneumonia e vêm o seu estado clínico agravar-se.
Com base na sua experiência de semanas a tratar doentes críticos com covid-19, alguns reputados clínicos, especialistas em tratamentos intensivos, começam a questionar a eficácia dos ventiladores no covid-19.
Não sou médico. Só faço este post porque tenho estado atento ao debate aberto que se faz noutros países e que não vejo por cá.
Só me resta esperar que as nossas autoridades de saúde e os médicos tenham a mente aberta e encontrem a melhor terapia para a % pequena de covid-19 que se complicam. A necessidade de tantos ventiladores e a sobrevivência dos doentes críticos podem estar em causa (segundo dados do RU, cerca de metade dos doentes de covid-19 que entram nas UCIs não recuperam – https://www.medicalbrief.co.za/…/uk-data-shows-icu-mortali…/)

Do COVID-19 Vent Protocols Need a Second Look?
After treating patients with COVID-19, a New York city physician suggests ventilator protocols may need revisiting
https://www.medscape.com/viewarticle/928156

Is protocol-driven COVID-19 respiratory therapy doing more harm than good?
https://www.the-hospitalist.org/…/protocol-driven-covid-19-…
In a letter to the editor published in the American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine on March 30, and in an editorial accepted for publication in Intensive Care Medicine, Luciano Gattinoni, MD, of the Medical University of Göttingen in Germany and colleagues make the case that protocol-driven ventilator use for patients with COVID-19 could be doing more harm than good.

COVID-19 – Trying Not to Intubate Early & Why ARDSnet may be the Wrong Ventilator Paradigm
https://www.aaem.org/…/critical-care-in-emergenc…/episode-19

Neste podcast vários médicos especializados em cuidados intensivos, ventiladores e outros meios de recuperação pulmonar partilham as suas experiências com covid-19 nas últimas semanas. Debatem com grande abertura sobre esta doenças que os fez pôr em causa os tratamentos habituais de SARS e o uso intensivo de ventiladores

Special Guests:
David A. Farcy, MD FAAEM FACEP FCCM, President of the American Academy of Emergency Medicine; Director, Emergency Medicine Critical Care Mount Sinai Medical Center in Miami Beach, FL

Evie Marcolini, MD FAAEM FACEP FCCM; Associate Professor of Emergency Medicine and Neurocritical Care Geisel School of Medicine at Dartmouth, Hanover, New Hampshire; Board of Directors, American Academy of Emergency Medicine

Cameron Kyle-Sidell, MD Critical Care Medicine and Emergency Medicine<br>Maimonides Medical Center, Brooklyn, NY

Ashika Jain, MD, RDMS, FACEP, FAAEM, Associate Professor Trauma Critical Care Emergency Ultrasound, Ronald O Perelman Department of Emergency Medicine New York University/Bellevue Hospital Center, NY

https://youtu.be/k9GYTc53r2o

https://youtu.be/k9GYTc53r2o

Updated 9 Apr 2020, 21:30
Andre Dias updated his status.
If you go to EuroMOMO.eu from now on keep in mind that the graphs per country, bottom, are z-indexes not absolute numbers. Italy and Spain show a big spike but that is NOT an absolute number of deaths. It’s an increase from base mortality, the red line in the top wide graphs.
Base mortality is already in decline in March-April, again as seen on red, thus a late flu burst shows more dramatically in the z index graphs. It means only that covid is late in the flu season, that most people got 2 months of life more than usual.
ILI monitoring in Europe runs until MAY, it’s uncommon to have late bursts but it’s not impossible or shocking.
Just saying….
Andre Dias updated his status.
On the basis of information from China, medical protocols have been defined worldwide that rapidly provide invasive artificial respiration by intubation for test-positive intensive care patients. On the one hand, the protocols assume that a more gentle non-invasive ventilation through a mask is too weak, on the other hand there is the fear that the „dangerous virus“ could otherwise spread through aerosols. As early as March, however, German physicians pointed out that intubation can lead to additional lung damage and has an overall poor chance of success. In the meantime, US physicians have also come forward who describe intubation as „more harm than good“ for patients. Patients often do not suffer from acute lung failure, but rather from a kind of altitude sickness, which is made worse by artificial respiration with increased pressure. In February, South Korean physicians reported that critical Covid19 patients respond well to oxygen therapy without a ventilator. The US physician mentioned above warns that the use of ventilators must be urgently reconsidered in order not to cause additional damage.
Andre Dias updated his status.

Enviei o post-sumário aos partidos parlamentares. Responderam com respostas enlatadas, óbvio, ninguém leu. Um respondeu, PEV, com a centena de endereços visiveis no Para:

Ainda bem que aprovaram uma coisa chamada RGPD……..
Olha para o que eu faço, não olhes para o que eu digo.

Andre Dias updated his status.
A Tuberculose matou em 2008 337 pessoas em Portugal. Todos os anos aproxima se de 200.
A constituição menciona explicitamente que só pode ser privado da liberdade quem sofra de problemas psiquiatricos e com comprovado risco e assento médico.
O confinamento de doentes de tuberculose é problemático há decádas e gera casos que chegam aos tribunais de recurso.
Nunca ninguém pensou, correctamente, em suspender ou mudar a constituição para tentar travar um verdadeiro assassino que envergonha o país.
Agora suspendeu-se para confinar 9 milhões de pessoas saudaveis, para um virus sem risco sequer semelhante à tuberculose.

https://ratical.org/PerspectivesOnPandemic-II.html

https://www.youtube.com/watch?v=lGC5sGdz4kg

I will publish this every day from now on. Maybe every hour I am awake. Its the only decent step every Human trapped in this mad social experiment can do

Updated 9 Apr 2020, 10:30
Updated 8 Apr 2020, 22:38

*Resumo de toda a análise até agora, repetição para quem tem lido*

Os dados iniciais de surtos infecciosos são essencialmente ruido com muito pouco para tirar de sinal. Primeiro porque algumas semanas não há agente identificado, depois não há teste especifico para o agente, depois so há testes virologicos (onde estamos agora) e só bastante mais tarde aparecem testes serologicos/anticorpos.

Os testes virologicos só podem ser feitos numa janela temporal muito curta ou dão negativo, dai induzirem um ruido gigantesco. Os serologicos indicam se houve contacto alguma vez com o virus, logo podem ser feitos em amostragem populacional e retornam dados estatisticamente significativos.

Não há dados nenhuns fiáveis para estimar letalidade a 0,001% ou 5%. Tudo isso é ruido. O numero de infectados pode ser o que conhecemos ou 10 0000x maior (sim, dez mil vezes). Só com chegada de testes serologicios se começa a ter real imagem de prevalencia. Só na semana passada a Holanda anunciou ter conseguido um tal teste marcador de anti corpos.

Para ter noção, a gripe Suina começou com estimativas de 30% – literalmente extinção Humana em poucos meses – acabou abaixo de 1%, abaixo da gripe sazonal e não fez dano nenhum. Este tipo de ruido que estamos a lidar.

Os unicos dados minimamente fiaveis que temos de testes virologicos são do cruzeiro retido, porque toda a gente foi testada num intervalo relativamente curto. Indicam 1% de letalidade numa população muito envelhecida, em ambiente confinado e a partilhar cantina. Podemos ter certeza estatistica que o mundo fora do cruzeiro terá taxas bem mais baixas. Adicionalmente menos de 20% das pessoas foram infectadas e não há ainda explicação para tal.
Como não se pode sequer estimar no inicio a letalidade, todo o raciocinio de medo e panico é apenas vazio e irracional.

É preciso um cuidado extremo, extremo, paranoico, com a divulgação de dados inciais de surtos em particular com a letalidade. A OMS devia responder criminalmente por não controlar esses dados e não assegurar que indica a ordem de grandeza do ruido. Foi só e apenas isso que fez este “surto”.
(escrito em 24 de Março)

Olhando para
http://www.euromomo.eu/

Algo imediatamente visivel: temporada de gripe 18-19 incrivelmente leve e 19-20 ainda mais leve até agora.

Aproximadamente 300.000 pessoas na Europa – os gráficos não representam toda a Europa, mas ainda assim – receberam um token gratuito para uma vida extra no valor de 1 ou 2 anos. O Covid ainda deixa um grande crédito depois de ir. É apenas uma retoma muito leve do que é o tik tak da vida.

Também digno de nota nos gráficos detalhados dos países é que todos os picos anteriores, causados principalmente pela gripe sazonal, estão encerrado na semana 19 (tambem bem visivel aqui muito mais dramatico para populações envelhecidas http://www.salute.gov.it/portale/caldo/SISMG_sintesi_ULTIMO.pdf e atingem o pico máximo na semana 12. A linha de base da mortalidade, vermelha, cruza a média nessa altura e representa o impacto inicial da mortalidade de doenças pulmonares no inverno. Há quase uma certeza de que a covid fechará a loja em breve.

No padrão atual, mesmo que o crescimento exponencial permaneça pelas duas semanas restantes, a contagem de corpos está abaixo do crédito deixado pela gripe leve.

Os sistemas de saúde que lutam com a procura atual, além da procura induzida pelo pânico, estão a recolher duas estações de menor mortalidade.
Aliado a este numero de pessoas vulneraveis, os velhinhos que morriam em casa/lares/paliativos, são agora enviados para hospitais centrais por medo de os cuidadores se infectarem e porque sendo uma doença de notificação obrigatoria tem que ir para hospitais centrais.
O SNS colapsa todos os invernos com a gripe, ha centenas de noticias e fotos de doentes em corredores, em todas as linguas e paises da europa. O medo e os processos burocraticos da saude explicam o resto.
Foi o mesmo medo que fez colapsar os serviços funerarios em Bergamo e Madrid e agora NY. Os corpos tem que ser cremados por ser doença formalmente contagiosa de notificação, e os funcionarios tem medidas de protecção total que lhes corta a produtividade.
Aliado a essa descida da capacidade dos crematorios, os doentes sao concentrados nas cidades e as familias não os podem levar, uma vez mais por ser doença contagiosa, dando origem a colapso. Bergamo é uma cidade das mais envelhecidas da Italia, 2 anos acima do resto. Na regioi de influencia do hospital central há 300 000 pessoas. Morrem em media em picos de gripe 50/semana/100 000 habitantes. É perfeitamente banal esperar 100 mortos por dia alguns dias de pico. As noticias mencionavam que o crematorio so conseguia lidar com 24. Ha muito que entraria em colapso ou foi a necessidade de cremar todos e a lentidão que obrigou aos camiões, não foi o virus.

A Itália tem aprox 400 000 médicos. Num surto banal de gripe morrem 30/semana/100 000 habitantes . Os 50 ou 60 médicos mortos são, um drama para as famílias e amigos, um progressão banal da vida que os médicos não são imortais.
Pelo que se sabe poucos tiveram sequer contacto com doentes covid, o facto de serem médicos e irrelevante e apenas mais jornalixo.
(escrito a 23 Março)

(o restante é muito mais recente, a partir de 01/04)

As estimativas actuais da letalidade https://www.cebm.net/covid-19/global-covid-19-case-fatality-rates/ colocam o covid19 na região da gripe. IFR (infected fatility rate) de 0,26% é perfeitamente banal para picos de gripe. Os numeros que tem circulado são de médias da letalidade de gripe de muitas décadas que esbatem os picos e que são banais nos 1%

Não faltam epidemiologistas a ir a publico desde o primeiro dia a dizer que isto é uma loucura. Alguns falam em nome do Helmholtz Zentrum, um colosso de ciencia médica onde umas 20 000 pessoas fazem epidemiologia.
A maioria foi insultado.
https://www.zdf.de/nachrichten/politik/coronavirus-epidemiologe-folgen-helmholtz-100.html
https://www.publico.pt/2020/03/12/sociedade/noticia/fechar-escolas-ajudar-justificar-medo-nao-razao-1907521
https://www.youtube.com/watch?v=LsExPrHCHbw&feature=share
https://www.youtube.com/watch?v=lGC5sGdz4kg

A equipa do Imperial College que fez previsões catastrofistas tem um historial macabro de suportar o abate de centenas de milhares de animais por causa da foot and mouth disease. O modelo provou ser absolutamente lixo, e é no essencial o mesmo usado agora.
Não só isso, o Neil Ferguson reve do nada sem qualquer justificação plausivel além de “medidas” de 500 000 para 20 000 mortos, numa audição parlamentar!
https://www.vettimes.co.uk/article/lessons-to-be-learned-from-foot-and-mouth-outbreaks/?format=pdf

As medidas de contenção não demonstram a mais remota efectividade. Todos os paises, com excepção da coreia agora, apresentam curvas teoricas perfeitas. 12 a 15 dias até ao pico de casos novos depois de entrar em exponencial. Padrão mais que esperado de infecções pulmonares.
Portugal há muito que passou quinze dias de estado de emergência a propósito de uma doença que demora 14 dias da infecção até ao diagnóstico e só abrandou com o mesmo padrão de todos os outros paises.
Ha indicadores que a taxa de infectados é muito superior ao que se julga. Na Itália poderá andar nos 20% (os 20% vem de uma entrevista do mesmo grupo mas de acesso pago)
http://lastatalenews.unimi.it/doxa-potrebbero-essere-oltre-5-milioni-italiani-infettati-covid-19-marzo-2020
https://science.sciencemag.org/content/early/2020/03/13/science.abb3221.full
Se assim for, não só o confinamento não ajudou o sistema de saúde como acelerou a infecção – sem importancia, mas irónico.

As escolas nunca deviam ter sido fechadas. As crianças tem risco zero, e ficam imunes rapidamente sem sintomas na maioria. Transformam-se em vassouras de virus a recolher virus das superficies que nada lhe fazem e que deixam de estar disponiveis para infectar vulneraveis.
Seria razoavel pedir o distanciamento crianças-avos durante uma semana para evitar a fase mais activa de contágio.
Eventualmente poderia ser razoável enviar os funcionarios e professores em grupos de risco para casa e reduzir a carga lectiva com mais actividades de contacto fisico.

Foi a qualidade do ar em Wuhan que fez despoletar os alertas de surto da OMS e o governo chinês entrou á bruta para salvar a cara e porque Hubei (a província) tem fama de ser rebelde. As imagens criaram um pânico latente no mundo… depois ha novo alerta no vale do pó também com qualidade do ar miseravel e o resto fica como historia de jornalistas desesperados por vender cliques e redes sociais de normalização de pensamento.
Toda a monitorização de epidemias é feita computacionalmente, com recolha de dados. Até haver esse alerta a OMS não foi procurar nada.

Os politicos vão apenas atrás da população em medo. A grande excepção é Marke Rutte da Holanda que faz um discuros exemplar de estadista, metade do tempo a falar do medo ser real e reconhecer que não se pode negar esse medo, mas que a vida vai continuar como se nada fosse. Outros são idiotas que como relogio avariado estão certos duas vezes ao dia, Bolsonaro, ou galinhas sem espinha dorsal que recebem conselhos solidos e vão depois a correr atrás dos votos, Johnson.
A Suécia não reviu as medidas recentemente (08/04) O governo tentou um acordo para o PM poder tomar medidas SE necessário. A oposição não quis o acordo, pelo que tem de ir ao parlamento para aprovação. Nem sequer está agendado. Tudo para EVENTUALMENTE agilizar a tomada de eventuais decisões.
Não há mudança ou indicação mais remota que queira mudar o quer que seja.
https://www.dw.com/…/sweden-mulls-u-turn-on-coro…/a-53020024

Mesmo que fosse muito mau, os virus pulmonares são sempre lentos nunca infectam mais de 30% por ano, não importa o como e onde. Os virus rápidos são os virus que estão disponiveis na pele ou secreções, que tem proteção do ambiente até ao momento de infectar novo hospedeiro. Os pulmonares tem que estar expostos ao ambiente algum ou muito tempo, que lhes reduz dramaticamente a capacidade de infecção – por exemplo são destruidos pelos raios UV – logo que os torna muito mais lentos e muito influenciados pelos pequenos aumentos de imunidade de grupo.
Havia muito tempo para tomar decisões, observer onde ia, decidir com essa evolução racionalmente e em conta peso e medida.

A gripe tem sempre estirpes com imunização zero. a OMS faz previsão das estirpes e falha muitas vezes e fica 1 ou 2 de fora da vacina que depois encontram zero imunidade.

A gripe tambem tem epicentros.
A comparação com anos anteriores em janelas apertadas como agora circula “quatro vezes em Março em Madrid/Bergamo” apenas indica que os surtos de gripe deslizam muito dentro da epoca gripal. São maioritariamente em Dez-Fev. Mas a época gripal vai até Maio na maioria da Europa. Logo comparar um mes apenas diz que nos 9 anos os surtos foram sempre em Dez-Fev e não houve surto em Março. Haver um em Março este ano não tem significado nenhum, apenas diz que velhinhos viveram mais dois meses que o expectável.

Um aumento de 140% em Bergamo em relação a outros surtos é banal, dado que Bergamo é das cidades mais envelhecidas da Itália, média 2 anos acima do país já de si o mais velho da Europa. Não tenho dados mas ficará ainda abaixo de 2014 quando morreram 54 000 em excesso por todas causas na Itália toda, um aumento de 3x em relação mesmo a picos de gripe.

Updated 7 Apr 2020, 23:06
Andre Dias posted in Grupo Scimed – Messias Boot Camp.
7 Apr 2020, 10:52

https://ratical.org/PerspectivesOnPandemic-II.html

https://www.youtube.com/watch?v=lGC5sGdz4kg

I will publish this every day from now one. Maybe every hour I am awake. Its the only decent step every Human trapped in this mad social experiment can do

Updated 7 Apr 2020, 10:13
Andre Dias updated his status.

Smallpox (varíola em português) is the only disease we eradicated. At its peak it likely killed a million people a year, every year over decades. A true butcher of a scale we, the living ones, never seen the like or will ever see again.

Not a single healthy person had to be locked down for that.

If that doesnt give you prespective, nothing will

https://eco.sapo.pt/opiniao/a-imprensa-e-a-epidemia/

Parabéns Henrique que, sendo o único que abre dezenas de opiniões com “não sei nada disto”, consegue sintetizar 1 século de epidemiologia e dar o contexto social deata experiência bizarra e assustadora.

Updated 7 Apr 2020, 09:05

https://ratical.org/PerspectivesOnPandemic-II.html

https://www.youtube.com/watch?v=lGC5sGdz4kg

I will publish this every day from now one. maybe every hour i am awake. Its the only decent step every human in this mad social experiment can do

Updated 6 Apr 2020, 22:45
Andre Dias updated his status.
It’s a pleasure to help people to understand, but it is a struggle to get to be heard
Professor Knut Wittkowski – 35 years of experience modeling epidemics.
Andre Dias updated his status.

It is an error to close schools. We should separate elderly from children, but we must make the virus circulate among children because its safe and it is the fastest away to achieve imunity.

Professor Knut Wittkowski – 35 years of epidemiology

Andre Dias updated his status.
The only thing that falls faster than current Corona cases in Europe will be the economy in 2 months.
Andre Dias posted in Grupo Scimed – Messias Boot Camp.
6 Apr 2020, 17:11

From the series “We don’t know anythign about this virus” they say.

For all respiratory diseases it comes in 2 weeks, goes in 2 weeks and it’s gone.

1 century of epidemiology in a sentence.

https://youtu.be/lGC5sGdz4kg?t=216

Updated 6 Apr 2020, 17:00
The measures/lockdowns are the factor that made no difference between countries…..
Updated 6 Apr 2020, 14:58

Mais jornalixo.
Mais meias verdades ou mentiras totais.

O governo tentou um acordo para o PM poder tomar medidas SE necessário. A oposição não quis o acordo, pelo que tem de ir ao parlamento para aprovação. Nem sequer está agendado. Tudo para EVENTUALMENTE agilizar a tomada de eventuais decisões.
Não há mudança ou indicação mais remota que queira mudar o quer que seja.

Para mais a mortalidade começa a dar sinais de descida…..

https://www.dw.com/en/sweden-mulls-u-turn-on-coronavirus-restrictions/a-53020024
Radio Sweden International reports that the Scandinavian country’s government initially sought the ability to introduce emergency measures, when required, without the approval of parliament.

Updated 6 Apr 2020, 14:15
Updated 5 Apr 2020, 21:30
Andre Dias posted in Grupo Scimed – Messias Boot Camp.
5 Apr 2020, 20:36

19 babies under 1 year of age died in the USA since january. Of pneumonia.
How many in the world of Covid?
https://www.cdc.gov/nchs/nvss/vsrr/COVID19/index.htm

Remember, never seen anything like this before, the intensive care are going to collapse, we must take away basic rights.

Updated 5 Apr 2020, 20:29
Updated 5 Apr 2020, 19:07

A prova que faltava para ter certeza que é o medo a causar todos os problemas.
Como foi o mesmo medo que fez colapsar os serviços funerários em Bergamo e Espanha, aliado a medidas estupidas de tratar isto como a “peste”

O jornalista devia pura e simplesmente apagar os números, não interessam nada, são mortalidades banais para o tamanho da cidade. Apenas venda de cliques por repetição de números sem contexto.

Como é o medo que leva ao agravar do colapso dos sistemas de saúde, que colapsam na europa todos os invernos

https://www.publico.pt/2020/04/02/mundo/noticia/covid19-guayaquil-corpos-estao-abandonados-ruas-1910665

Updated 5 Apr 2020, 12:55

http://lastatalenews.unimi.it/doxa-potrebbero-essere-oltre-5-milioni-italiani-infettati-covid-19-marzo-2020

A pool of 1000 Italians indicates that some 15% reported symptoms compatible with infection since early March.
Some 20 million may have been infected in Italy, and thus assumed imune.

That would brings the letality to levels of seasonal flu, and also raises the imediate question if the lockdown is actually making the infection spread faster (by confining one infected on each household with 3 or 4 non infected)

Updated 4 Apr 2020, 21:52
Andre Dias updated his status.

Stop all lockdowns immediately. Median age of corona victims in Portugal is 85 for women and 80 for men. Life expectancy is 84 and 78. Corona actually extends the life of people. We must infect everyone urgently!

This is how you write bombastic fear spreading about corona, right? That is the level of evidence governments need to take away the most basic rights, right? Can someone get me a journalist or a social network influencer to bring me up to speed of the techniques that brought us here….?

Uma sociedade envelhecida a cair que nem tordos, há uma decada, sem precisar de virus da moda.
http://www.salute.gov.it/portale/caldo/SISMG_sintesi_ULTIMO.pdf
Updated 3 Apr 2020, 22:25

https://www.dn.pt/pais/amp/surto-de-gripe-em-portugal-e-o-mais-forte-da-europa-10461066.html

Esta noticia tem dois factos muito interessantes. Os dados de mortalidade da ultima decada são publicos ao dia.
https://evm.min-saude.pt/

Primeira observação: os jornalistas não fazem ideia o que escrevem, não compreendem nada e só lhes interessa os numeros chocantes. Não é de agora. Não morreram 500 pessoas de gripe. Morreram 483, vá lá, 500 pessoas de todas as causas. Não é correcto atribuir todas mortes a gripe. Mas para jornalixo meia verdade basta. Como agora. Como as mortes em Bergamo estão dentro do esperado e não foi o virus a causar a ida de camiões.

Segunda observação: Morreram num dia aproximadamente 200 pessoas da gripe, assumindo uma estimativa grosseira que em Janeiro morrem 300 pessoas por dia “porque sim”, a chamada mortalidade base.
Continua a ser um numero dantesco comparado com a mortalidade desta coisa que agora ai anda. 200 de gripe NUM DIA. Decidiu-se agora fechar o pais com ZERO mortos.

Agora compreendem porque anda tudo cheio de medo com imagens chocantes que dão cliques a jornalistas desesperados? Não é informação, é lixo, é manipulação grosseira de factos que descambou em medo generalizado

Updated 3 Apr 2020, 21:43

The stars are the moment each country took measures of containment.
Can anyone please show me where one can see the impact of those different measures across the countries and point to the time relation between measures and reduction of infection, because I honestly fail to see.

Where are the evidences that support the most severe slaughter of basic rights in the last century? Any evidence at all, if not asking too much.
Is a model that lead millions of animals to be culled all that there was to cull humans this time?

Updated 3 Apr 2020, 13:56
“Because there is a very good example that we all forget: the swine flu in 2009. That was a virus that reached the world from Mexico. But what? At that time there was no Facebook or there maybe was but it was still in its infancy. The coronavirus in contrast is a virus with public relations.”
Updated 2 Apr 2020, 22:34
Andre Dias updated his status.
Portugal is now past 15 days of full state of emergency, thus a full lockdown. Number of corona cases keeps an exponential growth. The maximum interval from infection to diagnose is 14 days.
When do people realize that faith in the effect of extreme measures does not make them work? Why are countries heading to a disaster based on a religious belief?
Why do we blindly believe that it was a quarentine that solved the problem in China, not the natural course of nature? Why is the rest of world accepting the doctrine of a dictatorship at face value?
When do we stop this mad social experiment? Only when desperate people, the most vulnerable of society, take to the streets killing each other, or not even by then?

Dr. Bhattacharya is professor of medicine at Stanford University and research associate at the National Bureau of Economic Research.
He co-authored with a colleague from Stanford a remarkable opinion article in the Wall Street Journal on Mar 24, that shook established opinion beliefs.
He questions the premise that “coronavirus would kill millions without lockdowns and quarantines.” In the article he suggests that “there’s little evidence to confirm that premise—and projections of the death toll could plausibly be orders of magnitude too high.”

A vaccine maybe years away from being available to the public. We will have to learn with this virus and other that will surely come up in the future. Stopping globalisation and shuting down the economy is not the solution as they will cause more harm than good.
We should rather implement early warning and tracking systems.
He believes that can be done without being too intrusive for our privacy and liberty.

https://www.wsj.com/articles/is-the-coronavirus-as-deadly-as-they-say-11585088464

https://www.youtube.com/watch?v=-UO3Wd5urg0

Updated 2 Apr 2020, 11:55

Dear Chancellor,

As Emeritus of the Johannes-Gutenberg-University in Mainz and longtime director of the Institute for Medical Microbiology, I feel obliged to critically question the far-reaching restrictions on public life that we are currently taking on ourselves in order to reduce the spread of the COVID-19 virus.

It is expressly not my intention to play down the dangers of the virus or to spread a political message. However, I feel it is my duty to make a scientific contribution to putting the current data and facts into perspective – and, in addition, to ask questions that are in danger of being lost in the heated debate.

The reason for my concern lies above all in the truly unforeseeable socio-economic consequences of the drastic containment measures which are currently being applied in large parts of Europe and which are also already being practiced on a large scale in Germany.

My wish is to discuss critically – and with the necessary foresight – the advantages and disadvantages of restricting public life and the resulting long-term effects.

To this end, I am confronted with five questions which have not been answered sufficiently so far, but which are indispensable for a balanced analysis.

I would like to ask you to comment quickly and, at the same time, appeal to the Federal Government to develop strategies that effectively protect risk groups without restricting public life across the board and sow the seeds for an even more intensive polarization of society than is already taking place.

With the utmost respect,
Prof. em. Dr. med. Sucharit Bhakdi

Updated 1 Apr 2020, 18:17
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