O hipocondriaco de Belém

O hipocondriaco de Belém

Sabe-se perfeitamente que Marcelo Rebelo de Sousa é incompetente para tomar decisões sobre saúde por manifesta hipocondria. Há muito que devia ter evocado conflitos de interesse profundos para se excusar a qualquer decisão remotamente relacionada com saúde pública. Há muito que a Assembleia da República devia ter imposto pressão politica permanente para o seu afastamento de toda a esfera de decisão.

É o próprio que publicamente assume a sua doença. É claríssimo o buraco que a sua atitude homicida por negligência.

RFP – Faz diferença para si, que é um cidadão particularmente informado, ter um farmacêutico a dispensar-lhe os medicamentos?
MRS – Eu sou um caso pouco típico, porque, como hipocondríaco militante, tenho a tentação recorrente de me automedicar.

RFP – Que tipo de relação tem com o seu farmacêutico?
MRS – Não tenho um farmacêutico. Tenho um leque amplo de farmácias onde vou, com gosto e frequência, o que me permite comparar e escolher melhor em cada momento. Novamente, não sou um utente comum.

Este é a figura de topo do estado que cita ciência, afirmando publicamente que a fé é o seu motor. 10 000 000 de vidas entregues a um hipocondriaco religioso. Fenomenal.

Revista Farmácia Portuguesa  – Qual o primeiro livro que recomendaria a um profissional de saúde? 
​Marcelo Rebelo de Sousa  – A Bíblia. Está lá o essencial de uma ética para a Saúde.
RFP – Qual a importância da fé no seu dia-a-dia? 
MRS – É o alfa e o ómega da minha vida. Quer quando acerto, quer quando falho. E falho mais do que acerto.
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