Como copiar a China pela boca de um mentiroso de décadas

andre-dias.net

Neil Ferguson, o professor mamba que previu muitos mortos, admitiu numa entrevista recente que ao The Times que a sua proposta abjecta de confinar tudo e todos se inspirou na aberração Chinesa.

“I think people’s sense of what is possible in terms of control changed quite dramatically between January and March,”.  When SAGE observed the “innovative intervention” out of China, of locking entire communities down and not permitting them to leave their homes, they initially presumed it would not be an available option in a liberal Western democracy: “It’s a communist one party state, we said. We couldn’t get away with it in Europe, we thought… and then Italy did it. And we realised we could.”

E volta a insistir no seu amor pela destruição gratuita

“These days, lockdown feels inevitable. It was, he reminds me, anything but. ‘If China had not done it,’ he says, ‘the year would have been very different.’”

Fergunson, relembramos é o autor do modelo “vão morrer muitos milhões se não fecharmos tudo”, que há mais de 20 anos repete a mesma mentira para a febre aftosa, gripe A, gripe aviária. Um charlatão que usa um código computacional com pior qualidade que um poema meu em Coreano e que no pico do confinamento que defendeu telefonou à amante – casada – para ir a casa dele para a queca semanal. Um ser mais pérfido que Nero, com mais mortes nas mãos que Pol Pot.

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