A novela da “nova mutação”

andre-dias.net

Num repetir de telenovela Mexicana de baixo orçamento, assistimos aos episódios do “A nova mutação“.

40 paises baniram todos os voos do Reino Unido. Alguns fecharam completamente as fronteiras. Tudo porque “nunca se sabe”.

A nova mutação circula COMPROVADAMENTE no UK desde Setembro, a Dinamarca há vários meses que já a detectou. Curiosamente – ou não – o UK e a Dinamarca são os dois paises que fazem mais sequenciação genética do virus, ou que fazem alguma sequenciação, ou seja, são aqueles que andam a caçar activamente gambozinos. Obviamente encontram as mutações. Fechar as fronteiras tem um efeito igual a um peido.

Tudo porque o jornalixo ouviu que disse que o primo assegura que tia ouviu que ” a mutação é 70% mais infeciosa”. E quem “disse”? O Neil Fergunson. Isso mesmo, o enredo de péssima qualidade não pode ficar mais surreal. Há agora no UK um novo “grupo” de aconselhamento do governo – Nervtag – que parece sobrepor-se ao existente SAGE e quem é o fundador do grupo, nada mais nada menos que Neil Fergunson, o senhor “vão morrer muitos milhões se não fizerem o que eu digo” que já gritou lobo para a gripe A, para a febre aftosa para tudo o que lhe cheira a sangue. O senhor que manda fechar o país todo e chama a amante para ir dar uma queca no pico do confinamento! Esse mesmo, é ele quem anda a dizer “70% mais infeciosa”. Isto não podia tornar-se mais ridiculo.

Até o aldrabão Drosten, o guru que publica protocolos de teste PCR em 2 dias sem revisão por pares e sem ter qualquer ensaio de qualidade, diz que não há prova dos 70% mais infeciosa! Quando chegamos a este ponto e ainda assim os politicos da treta continuam a mandar destruir paises e vidas, só podemos esperar pelo fim da novela ou que o produtor fique sem orçamento………..

Christian Drosten says the mutation is almost certainly spreading in Germany already and he is sceptical about the data interpretation by Prof Neil Ferguson’s team at Imperial. “I am not particularly worried,”

Drosten questions the pseudo-quantification behind claims that the new strain is 70% more transmissible. “There are too many unknown strains to say something like that,” he told Covid reporter Kai Kupferschmidt.

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