Vacinas não aprovadas

As vacinas  não estão aprovadas.

Não completaram qualquer ensaio clínico, nem nenhuma das fases 2 e 3 de aprovação. Os ensaios para a Pfizer só estará concluído em 2023. Os dados de pseudo eficácia foram publicados de dados “intercalares” num jornal financeiro antes de serem submetidos a revisão por pares.
A autorização de emergência que permite a sua venda depende legalmente de “não haver outro tratamento disponível” e foi uma decisão puramente política e não técnica.

As dezenas de tratamentos propostos para covid não tiveram qualquer tentativa de ensaio clínico, muito menos publicações antes de revisão por pares, nada. Apenas manipulação grosseira.

Compreende se: se uma qualquer substância apresentasse eficácia de tratamento seria politicamente impossível “autorizar de emergência por falta de tratamento” vacinas que já tinham sido encomendadas e pagas antes de existir.

Substâncias que não efectuaram sequer ensaios básicos de segurança são promovidas a milhões de pessoas, enquanto substâncias comprovadamente seguras não são sequer selecionadas para ensaios de eficácia em pessoas já doentes (diferente de pessoas com teste positivo).

Promoção de substâncias com custos várias ordem de grandeza mais altos para eventual prevenção a longo prazo, sem aferir o perfil de risco, ao mesmo tempo que se ostracizam substâncias baratas e seguras potencialmente capazes de ajudar imediatamente quem sofre.

Substâncias inseguras, até prova em contrário, promovidas para grupos etários nos quais não há risco digno de nota da doença, e que não apresentam qualquer capacidade de prevenir a infeção, apenas apresentam potencial de mitigar a gravidade da doença- gravidade nula nesses grupos etários.

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