Resultados do estudo serológico em Espanha

Actualmente, na ronda 4 do estudo:

Primeiro facto: apenas 68% das pessoas “positivas” tem anticorpos. Ou seja, uma percentagem altissima, 32%, de pessoas considerada “casos” não tiveram de facto infeção em momento nenhum. Do total, dos participantes aproximadamente 32% foram pelo menos uma vez FALSOS POSITIVOS em PCR. Atenção que o os estudos de serologia, como este, dão positivo a anticorpos, logo detectam a infeção EM QUALQUER MOMENTO, mas o PCR é apenas para o momento de teste. A probabilidade de um teste PCR ser falso positivo é muito superior a este valor, 32%, porque é apenas um teste limitado no tempo. 32% é o limite minimo de falsos positivos, o máximo…. ninguém sabe, ninguém com responsabilidade quer saber. Fig1

Se analisarmos os dados de testes “rápidos” antigéno, o cenário é ainda mais chocante, com apenas 56% dos testes antigéno positivo a terem de fato infeção. Ou seja, pelo menos 44% dos antigénio foram FALSOS POSITIVOS.

Segundo facto: Usar máscara ou ficar em casa não altera nada a probabilidade de ser infectado. Usar máscara sempre pode aumentar o risco de infeção (não há certeza estatistica para afirmar tal). Fig2

Terceiro facto: Dos internados “por covid” até 70% não tiveram anticorpos. Literalmente andamos a encher hospitais “com covid” que não existe e depois os médicos queixam-se que é a doença que está a “arruinar” os hospitais. Também justifica claramente porque é que a gripe desapareceu.

27% dos internados em UCI – que nos garantiram estarem sempre “esgotadas” – não tiveram covid, ou seja, só estes milhares em Espanha são mais que suficientes para justificar o tal “esgotamento”. Não foi o SARS cov 2, foi outra coisa qualquer que as fez esgotar.

Quarto facto: 79% dos participantes não tiveram qualquer  sintoma, não tiveram qualquer doença. 13% teve sintomas de outras doenças. Ou seja, 92% não teve sintomas especificos, mas foram considerados “infetados” por um teste sem qualquer qualidade que gera elevadissima % de falsos positivos.

Quinto facto: 99,2% não foram sequer ao médico. Curaram uma doença perigosissima com comando da TV.

Sexto facto: 95% afirma ter tido contacto com covid, mas apenas 7% chega a ter algo que se pode considerar remotamente infeção.  Uma doença com infeciosidade irrelevante.

No alarmismo tipico, no relatório mencionam diversos casos “relevantes” de infeção mais elevada que as restantes, quando nenhum dos intervalos de confiança se distingue dos outros. Erros básicos de análise. Surreal.

https://portalcne.isciii.es/enecovid19/informes/informe_cuarta_ronda.pdf

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