O Polvo Governo – Poligrafo – SIC – Scimed

O Polvo Governo – Poligrafo – SIC – Scimed

O Poligrafo é uma criação da SIC. A SIC é propriedade da Impresa que tem como director de informação Ricardo Costa, irmão de António Costa.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Costa_(jornalista)

O director do Poligrafo esteve envolvido em negócios suspeitos com o antigo PM do PS Sócrates.
https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/diretor-do-poligrafo-apanhado-no-caso-mafia-do-sangue

O director-adjunto do Poligrafo é Gustavo Sampaio cujo perfil publico não deixa duvida nenhuma sobre a orientação politica.

O Poligrafo em mais de 80% das peças relacionadas com medicina pede a opinião a Júlio Cerqueira, da página scimed. Um médico do trabalho sem experiência relevante conhecida de clinica hospitalar ou de médico de familia e com zero publicações cientificas.
O Polvo Governo – Poligrafo – SIC – Scimed

Júlio Cerqueira é filho de Berta Nunes, secretária de estado das comunidades do governo actual.
Júlio Cerqueira publica abertamente que manda o Poligrafo temas que quer ver abordados, para os quais o poligrafo de seguida lhe pede “opinião” e o que lhe diz é ouro e a única necessidade para classificar afirmações como falsas.
O Polvo Governo – Poligrafo – SIC – Scimed

As peças do poligrafo são escritas – sem excepção – por estagiários de jornalismo sem qualque formação cientifica, sem formação em estatistica ou epidemiologia. Por estagiários em qualquer carreira a escrever sobre tais temas, muitos deles com formação base em literatura ou direito, sem formação completa sequer em jornalismo. Pessoas sem a mais remota capacidade de entender sobre o que escrevem, capazes de censurar artigos escritos por verdadeiros especialistas com centenas de artigos cientificos revistos por pares publicados – ao contrário de Júlio Cerqueira que nem conceitos básicos de estatistica compreende ainda que tenha obrigação profissional de os compreender.

Mesmo que sejam alertados para erros grosseiros nas peças e nas consequencias dessas peças, limitam-se a fazer correcções cosméticas, sem que isso mude a censura que daí advém.

Ao classificar como falsas, o poligrafo leva à censura de conteudos em redes sociais e à suspensão de contas.

Um polvo de censura, mas sem darem a cara.

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