Como poderiam ser protegidas as pessoas em risco, nomeadamente as que estão nos lares ?

Com medidas muito simples e conhecidas há séculos

  1. Pessoas com sintomas ou diagnóstico confirmado não podem cuidar de pessoas em risco
  2. Pessosa em lares com sintomas são isoladas enquanto os sintomas durarem
  3. Higiene das mãos de funcionários, cuidadores e das próprias pessoas em risco
  4. Prestação de cuidados de saúde GARANTIDA sem interrupções por acções de pâncio e quarentenas de funcionários e prestadores de cuidados apenas porque tem testes positivos, sem sintomas
  5. Apoio continuado a pessoas já de si muito vulneráveis e muitas delas em situações de exclusão social, com debilidades de sáude mental quase universais a quem a falta de carinho e contacto exagera e desequilibra as doenças existentes
  6. Se existir um surto de uma infecção respiratório relevante e confirmado clinicamente – excluindo “confirmações” apenas por teste – considerar o uso de máscaras FFP2 pelos cuidadores e visitas. Unica e exclusivamente.
  7. Se for fundamental a continuação da prestação de cuidados por pessoas sintomáticas devem usar máscaras FFP2 ou superior e assegurar higiene de mãos absolutamente estrita. Nunca se deve reduzir a prestação de cuidados por haver infeção – se tal infeção não causar sofrimento ao cuidador – é preferivel ter cuidados com algum risco acrescido de infeção que o abandono generalizado que assistimos. A solidão mata mais que uma infeção desta natureza.