O silêncio sepulcral

É aterrador o silêncio dos media sobre a resposta oficial do ministério da saúde sobre a existência de 152 casos confirmados de covid desde Janeiro 2020. Não se ouve um gemido, um movimento, um “hmmmm” da sepultura do jornalixo. Nada. Nada se move, nada indica que reste o mais remoto sinal de vida no caixão. Como tal, está na hora de atirar a terra e enterrar para sempre este lixo que só propagandeia a narrativa de medo. Que os vermes os devorem rapidamente na cova.

Não foi por falta de notificação. A sentença foi envida a  dezenas, se não centenas, de jornalistas, directores, editores. Foram me enviadas provas de envio e de resposta de dezenas deles. A maioria recusa-se sequer a ler a sentença. O comprometimento na mentira é de tal grandeza que nem sequer abre o PDF. Entre eles alguns dos “jornalistas de investigação”. Não estão disponiveis para enfrentar o elefante, preferem a mediocridade da vidinha de fachada de “investigação” à real coragem de exigir respostas.

Vários dizem que não vão investigar porque “tem que ser erro da burocracia”. Os mesmos que acreditam nos dados oficiais de 17 000 mortos produzidos e enfiados pela sua goela abaixo pela….. mesmissima burocracia! Não tem coragem de fazer perguntas, nem sobre os 152 mortos formalmente com causa de morte principal covid, porque não confiam na burocracia (eu também não) nem são capazes de questionar os dados oficiais produzidos pela mesma burocracia ( a questão fundamental que fiz desde o primeiro dia). Nada, não querem chamar atenção, nem que com isso ditem a morte de milhares.

Não passam de cães de fila contorcionistas, que alimentam a aparência de “investigação” mas que perante dados objectivos e formais de algo profundamente podre – seja a contagem de mortos, seja a incompetência em responder a perguntas do cidadão – se aninham como vermes apenas interessados em comer esterco.

Por mim, mantinha até agora uma postura de pena do jornalixo, de serem vitimas da sua incompetência e do avanço tecnológico que os esmaga. A partir de hoje perdem a minha comiseração, passo activamente a desejar a sua extinção total, sem excepção, por manifesta inutilidade e acima de tudo por perigosissimo servilismo à ditadura. Quero que rapidamente percam todo e qualquer leitor e espectador, que entrem em falência hoje (mesmo que isso signifique mais 4 ou 5 rodadas de dinheiro fácil dos ditadores desesperados).

Por mim, continuarei a publicar livre de qualquer servilismo, de qualquer dependência económica, de qualquer poder ditatorial, até ao dia, em breve que os independentes serão a maioria, donos da capacidade de publicar na internet. Ao jornalixo resta a sepultura, se são enterrados vivos ou se se salvam antes da terra lhes cair em cima, só depende da sua dignidade e vergonha na cara.

 

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