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Alterações menstruais depois da vacina

Há um principio base nos ensaios clínicos e desenvolvimento farmacêutico: não se correm riscos com a reprodução.

A menos que o medicamento tenha como objectivo a gravidez ou reprodução, os ensaios excluem sempre participantes grávidas, quase sempre participantes que procurem engravidar. Qualquer sinal de complicações na reprodução leva à suspensão de ensaios e a passagem para testes de biodinâmica até se compreender o efeito e consequências.

O sistema reprodutor é definição biológica, a essência da vida, não se brinca com ele. Nunca.

Quando estas mistelas receberam as autorizações corruptas, houve logo sinais preocupantes de acumulação proteica no sistema reprodutivo. Foi tudo ignorado e o comboio opressor continuou em frente.

Depois apareceram os relatos individuais e foram catalogados de negacionistas.

Agora aparece um estudo estatístico que indica sem dúvida a afectação do sistema reprodutivo à aplicação das mistelas. Mas nem os autores têm coragem de escrever sobre isso, nem os corruptos mandam parar o comboio desgovernado a esmagar a essência da vida. Dizem que é tudo normal.

Uma mistela que não concluiu ensaios clínicos, que não tem estudos de biodinâmica nem de acumulação, apresenta sinais de interferência no sistema reprodutor e continuam todos a assobiar.

Mais uma peça do puzzle tenebroso. Mortalidade nas faixas etárias activas e potencial devastador da reprodução. Diria que um vilão de série B não imaginaria melhor forma de destruir uma sociedade. Nem o pior inimigo em guerra declarada se arriscaria a isto, há limites éticos na guerra. Nesta guerra de psicose, parece que todas as barreiras foram demolidas.

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