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Não param mesmo quando limpa as elites

Uma pessoa da elite, de entre dezenas de casos. Uma escolhida pelo poder para cargos de poder e influência morre “de forma súbita” e não há voz que se levante a questionar porque há tantas mortes súbitas desde que começou a vacina, porque há tantas mortes com indícios de efeito secundário da vacinação. Estas morte súbitas são quase todas de foro cardíaco, morte súbita é a palavra chave para falência cardíaca. É formalmente reconhecido o risco de infeções cardíacas e complicações hematológicas/coagulação em todas as vacinas. Não é muito difícil fazer 2+2 e suspender vacinas não aprovadas e não testadas até que sejam feitos ensaios decentes ou que se confirme por autópsia não haver causalidade. Mas nem com as elites a morrer….

Depois do barco estar em movimento é impossível parar, arrasa tudo até aos mandantes, até às elites que pensavam que seria apenas facturar milhões.

São já centenas de casos de desportistas, actores, artistas, etc., etc. Essas são as que por via da sua existência no seio da elite chegam ao conhecimento público. São já milhares no silêncio da “é para o bem de todos”. Os números estão publicados no adreports.eu, no vaers, no yellow card. São conhecidos de quem quer saber, de quem se preocupa com o bem estar social e dos que partilhamos este planeta. Mas nada, não se para, não se discute, só se silencia quem questiona, quem não alinha em “crenças na ciência”.

Não param mesmo quando limpa as elites

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