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Jornalistas mais cheios de si, mas burros que nem uma porta

Deslumbrem-se com esta pérola de burrice.  Não será todos os dias que vos mostram tamanha patetice de narcisismo e ignorância atroz.

Um “estudo” que encontrou uma correlaçãozeca qualquer entre noticias e redução de número de casos. Sem qualquer fundamento, concluem que são as noticias que fazem reduzir a infeção.

Este bando de idiotas alguma vez ouviu que “correlação não é causalidade”? Não, claro que não. O estudo é feito por jornalixos – dos que nem emprego como jornalixo conseguem e vivem de favores e cunhas na “academia” –  e publicado por jornalixos a recibo verde, que acharam que era genial deixar de estudar matemática no nono ano e depois ir fazer um “doutoramento” com métodos estatisticos na universidade!

Imaginem o que será preciso para lhes entrar no tico e teco o conceito de “sazonalidade”. Mil vezes mais dificil que uma criança morrer de covid.

Um exemplo perfeito da burrice dominante.

Claro, isto chega a um “meio de comunicação” “de referência”, um antro de desesperados por escrever as maiores aberrações que dêem cliques, incapazes de se adaptar à internet, que cresceram com o rei na barriga de quem tem poder e dita os pensamentos de milhões.

Isto é o exemplo cristalino da cloaca que o jornalismo se tornou, uma pocilga a quem o dono há muitos anos não limpa os excrementos, em que os suínos se comem uns aos outros. Quando desaparecer da face da vida social, será tarde, muito tarde.

De elevado calibre e digno de nota, é a última frase da intro, “defende que Costa deve chamar a si a comunicação… para não por em risco uma nova vaga”.

Eu traduzo: a marioneta que ajudamos a eleger, e que “por acaso” é irmão de um dos manda chuva do jornalixo, deve abrir os cordões à bolsa do orçamento de estado e mijar muito mais que  30 000 000 por ano para a nossa pocilga, senão continuaremos a debitar mentira atrás de mentira para que a populaça adormecida continue borrada de medo.

Sim, há muito que me estou a marimbar para o discurso politicamente correcto. Se ficam chocados, mais chocado fico com os relatos de familias com fome que me rodeia.

Jornalistas mais cheios de si, mas burros que nem uma porta

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